quinta-feira, 29 de agosto de 2019

DE REFUGIADA A SUPER-MODELO

Refugiada sudanesa, Adut Akech é o novo rosto da Chanel

De criança refugiada à super-modelo, Adut Akech foi escolhida pela Chanel para apresentar a pré-coleção outono-inverno 2018/19.


Refugiada sudanesa se torna o novo rosto da grife Chanel

A jovem Adut Akech foi escolhida pela grife francesa Chanel para ser a estrela de sua pré-coleção outono-inverno da temporada 2019. A modelo é uma refugiada do Sudão, no norte da África, país mergulhado em conflitos civis e assolado pela miséria.
Alcançar as passarelas ocidentais foi um trabalho difícil e que exigiu paciência.
Nascida em Kakuma (na fronteira entre o Quênia e Uganda), um campo de refugiados que abriga 187 mil pessoas que fugiram da guerra civil sudanesa, Adut passou por vários campos da ONU até embarcar em um navio para Adelaide, na Austrália.
Refugiada sudanesa se torna o novo rosto da grife Chanel
Ela se considera ‘privilegiada’, pois foi a única entre cinco irmãos a frequentar a escola (não havia uma nos campos de refugiados). “Aproveitávamos a luz do dia para praticar já que de noite só tínhamos uma lâmpada a óleo”, disse à revista Vogue Itália em uma entrevista.
A modelo viu sua sorte mudar quando um caçador de talentos a encontrou no Campo de Adelaide e a colocou nas passarelas. Sua estreia aconteceu em Saint Laurent, na França, no desfile primavera-verão 2017. Desde então, a jovem não parou mais.
Com o sucesso do desfile, Adut foi escolhida por Karl Lagerfeld, um dos gênios criativos da Casa Chanel, para ser o rosto da grife francesa na pré-coleção outono-inverno da marca.

De criança refugiada à super-modelo

A presença constante da jovem nos grandes desfiles da temporada atestam que Adut está no caminho para se tornar uma super-modelo.
Quando não está desfilando, a modelo sudanesa está estudando: ela cursa Economia à distância enquanto embarca de avião em avião entre os desfiles da Chanel e outras grifes: marcas como Loewe, Givenchy, Valentino e Miu Miu são algumas para as quais ela desfilou neste ano.
Outras marcas consagradas, como Versace, Prada, Calvin Klein e Giambattista Valli convidaram ela para as coleções do próximo inverno.
Recentemente, Adut foi capa três vezes da revista Vogue e protagonizou a campanha de verão da Zara. Ascensão meteórica que fala, né?
Adut relaciona seu sucesso nas passarelas à cor de sua pele. “Minha pele é muito escura, inclusive para os parâmetros de outras pessoas negras. Agora que estou vivendo em Nova York, as pessoas me param na rua, sobretudo os afro-americanos, e me dizem que gostariam que sua pele fosse como a minha. É como o chocolate mais puro”, declara.
No entanto, a modelo ainda considera que ainda há um longo caminho pela frente. “Ainda é difícil ver uma mulher negra vendendo perfume.”

BRIGITTE AGRADECE

Em português, Brigitte Macron agradece aos brasileiros pelo apoio


Brigitte Macron. Foto: Reprodução de Internet


VEJA O VÍDEO:

CORRUPÇÃO NA FAMÍLIA DO BOLSO

Escândalo de corrupção envolvendo a família Bolsonaro atinge a cifra de R$ 7 milhões




Novas revelações, publicadas pelo jornal O Globo, mostram que o escândalo de corrupção envolvendo a família do presidente recém-eleito, Jair Bolsonaro (PSL), atingiu a safra de R$ 7 milhões em três anos.


Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostra que as movimentações financeiras nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), são muito maiores do que o que foi divulgado em dezembro passado.
Segundo o Coaf, elas forma de R$ 7 milhões entre os anos de 2014 e 2017. A informação foi publicada pelo colunista Lauro Jardim na edição deste domingo, 20, do ornal O Globo. Antes se sabia que o ex-assessor do parlamentar havia movimentado R$ 1,2 milhão em transações suspeitas entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
Além de Flávio Bolsonaro, pivô do escândalo, o esquema também envolve o seu pai, Jair Bolsonaro, que mantinha em seu gabinete a funcionária Nathália Queiroz, a filha de Fabrício Queiroz. Segundo as informações divulgadas até aqui, Nathália não trabalhava em Brasília, mas no rio em uma academia de ginástica e repassava seu salário para a conta de Fabrício Queiroz. Já a mulher de Bolsonaro, Michelle, recebeu cheques do próprio Fabrício no valor de R$ 40 mil. 

VEINTE AÑOS

DANÇA PARA A TERCEIRA IDADE

EM FRANCÊS

UM MILHÃO DE ROSAS