terça-feira, 31 de março de 2026

LASCIA CH´IO PIANGA



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ATENÇÃO, GOVERNO DA BAHIA!

 


Perguntas que ainda não tiveram respostas, ou, cujas respostas podem ser deduzidas: Atenção Governo do Estado da Bahia.

1. Por que o aviso de desapropriação e evacuação do prédio da Fundação João Fernandes da Cunha ocorreu apressadamente;
2. Por que a pressa em destruir e construir uma estrutura que só poderá funcionar quando as obras subterraneas estiverem integralmente construídas?
3. Existem propósitos comerciais para essa estação? Que empresa lucrará com essa estação de metrô? Será um Shopping Center?
4.Por que outra solução que não impactasse edificios e instituicões culturais como essas não foi pensada?
Por que esse tramo do metrô mudou tanto de rota? O IPHAN, tão zeloso com patrimonio baiano (contém ironia) não permitu que a estação ficasse no primeiro local escolhido alegando proximidade com o TCA e o Forte de Sao Pedro, mas no local atual essa proximidade nao é maior?
5.Por que a Faculdade de Arquitetura da UFBA não se manifesta oficialmemte sobre o problema?
6. Por que a tentativa de tombar esse edificio e outros da Vitória não foram adiante?
A FUNDAÇÃO JOÃO FERNANDES DA CUNHA POSSUI UMA BIBLIOTECA COM CERCA DE 8000 VOLUMES

segunda-feira, 30 de março de 2026

PERFEITO


 Presidente Lula reagiu com firmeza contra as tentativas dos Estados Unidos de selar acordos diretos com estados brasileiros para a exploração de terras raras, minerais estratégicos para a tecnologia global. O Palácio do Planalto e o Itamaraty classificam essas negociações bilaterais como desprovidas de qualquer validade jurídica, uma vez que a competência sobre recursos minerais e relações internacionais pertence exclusivamente à União.

A manobra norte-americana é vista como uma afronta à soberania nacional e uma tentativa de passar por cima do pacto federativo.

A gestão Lula entende que esses memorandos de entendimento, assinados por governadores de oposição com representantes de Washington, ignoram as diretrizes da nova Política Nacional de Minerais Estratégicos. Para o governo, o interesse dos EUA em minerais como neodímio e lítio não pode atropelar o projeto de reindustrialização do Brasil, que visa processar essas riquezas em solo nacional em vez de apenas exportar matéria-prima bruta.

A reação oficial sinaliza que o país não aceitará ser tratado como colônia de potências estrangeiras.
Nos bastidores, o Ministério de Minas e Energia e a Advocacia-Geral da União avaliam medidas para anular formalmente esses documentos. O governo reforça que qualquer exploração de terras raras deve passar pelo crivo federal e respeitar as normas de segurança nacional, especialmente quando envolvem estados que fazem fronteira ou possuem reservas em áreas sensíveis.

A ofensiva diplomática de Lula visa garantir que a riqueza do subsolo brasileiro sirva aos interesses do povo e não aos planos de hegemonia tecnológica de Washington.

domingo, 29 de março de 2026

NÃO É EM SALVADOR...

 ... INFELIZMENTE

Por g1 Santos

  • Duas pessoas foram condenadas a pagar indenização por dano moral coletivo após realizarem pichações em um imóvel, no Centro Histórico de Santos, no litoral de São Paulo.

  • A decisão é da 2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que fixou o valor total em R$ 10 mil, cada réu terá que pagar R$ 5 mil.

  • O imóvel pichado fica na Rua Xavier da Silveira e pertence à empresa Bunge. De acordo com o processo, ele está situado em uma área de interesse turístico e possui nível de proteção urbanística, agravando a infração.

Pichações em imóvel histórico, no Centro de Santos. — Foto: Natália Brito/g1 Santos

Pichações em imóvel histórico, no Centro de Santos. — Foto: Natália Brito/g1 Santos

Duas pessoas foram condenadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ‑SP) a pagar R$ 10 mil por dano moral coletivo após realizarem pichações em um imóvel no Centro Histórico de Santos, no litoral de São Paulo. A ação foi movida pelo Ministério Público, e cada réu deverá pagar R$ 5 mil, valor que será destinado a fundo público, conforme prevê a legislação.

O imóvel pichado fica na Rua Xavier da Silveira e pertence à empresa Bunge. De acordo com o processo, o local está inserido em uma área de interesse turístico e possui nível de proteção urbanística, o que agravou a infração analisada pela 2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do TJ‑SP.

Relator do recurso, o desembargador Miguel Petroni Neto destacou que a principal discussão do caso foi a caracterização do dano moral coletivo. Em seu voto, ele afirmou que esse tipo de dano ocorre quando a conduta ultrapassa o prejuízo patrimonial e gera impacto percebido pela sociedade.

"Para a ocorrência do dano moral coletivo é necessário que haja efetiva percepção deste, causando uma sensação de perda em âmbito coletivo", apontou Petroni Neto. 
Segundo o relator, no caso analisado, os prejuízos ultrapassaram o aspecto material, já que o imóvel integra o conjunto urbano de relevância histórico‑cultural de Santos, atingindo diretamente a população.

Também participaram do julgamento os desembargadores Paulo Ayrosa e Ramon Mateo Júnior. A decisão foi unânime.

Crime ambiental

A pichação é crime ambiental no Brasil com base no artigo 65 da Lei nº 9.605/1998. No texto consta que é proibido pichar ou sujar prédios e monumentos urbanos para preservar o patrimônio público e cultural, especialmente em áreas históricas ou protegidas.

Quem comete esse tipo de infração pode receber pena de três meses a um ano de detenção, além de multa. A punição vale mesmo quando não há dano estrutural, pois a prática afeta o interesse coletivo.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

Veja os vídeos que estão em alta no g1

AQUABALLET


 

AMA

 


NÃO ASSISTO MAIS

 Ex-repórter da Globo critica o jornalismo do canal: “Não assisto mais”

Cristina Serra argumenta contra a linha editorial da emissora mais influente do país

Por: Jeff Benício

29 mar 2026

“Eu não assisto a TV Globo mais. Nem o canal aberto, muito menos o canal de debates (GloboNews). Debates entre aspas, porque ali tem uma voz predominante que é a da empresa”, afirmou Cristina Serra em live com o comunicador Leandro Fortes, do canal Galo Preto.

“Comecei a me irritar profundamente com o que eu via. Estava ficando impossível assistir. Eu perco meu tempo, não me informo direito, não preciso.”

A jornalista trabalhou 26 anos na Globo. Além do longo período na reportagem em Brasília, foi correspondente em Nova York e comentarista de política. 

Ela também atuou na GloboNews. Deixou o grupo de mídia da família Marinho em 2018.

Cristina se manifestou a respeito do PowerPoint exibido no programa ‘Estúdio i’, que dois dias depois obrigou a apresentadora Andréia Sadi a admitir que a arte estava “incompleta” e pedir desculpas (confira postagem no destaque).

“Como trabalhei lá na Globo e conheço como as coisas funcionam internamente, me veio logo à mente o processo como aquilo foi feito e fiz uma associação com o debate Lula Collor de 1989”, disse a veterana, hoje contratada da estatal TV Brasil e do progressista ILC Notícias.

Após sair da Globo, Cristina Serra passou a verbalizar seu pensamento progressista e uma visão crítica do jornalismo Foto: Reprodução/TV Brasil


No episódio citado, o material exibido no ‘Jornal Hoje’ foi reeditado para a exibição no ‘Jornal Nacional’, a fim de beneficiar o candidato preferido do dono da Globo, Roberto Marinho. Consequentemente, houve o desfavorecimento do candidato do PT.

“Os responsáveis pela edição do Jornal Nacional afirmaram, tempos depois, que usaram o mesmo critério de edição de uma partida de futebol, na qual são selecionados os melhores momentos de cada time. Segundo eles, o objetivo era que ficasse claro que Collor tinha sido o vencedor do debate, pois Lula realmente havia se saído mal”, esclarece texto no site ‘Memória Globo’, da própria emissora.

“Mas o episódio provocou um inequívoco dano à imagem da Globo. Por isso, hoje, a emissora adota como norma não editar debates políticos; eles devem ser vistos na íntegra e ao vivo”, conclui a mensagem de ‘mea-culpa’.

A coluna deixa espaço aberto aos citados.

Três momentos de Cristina Serra na Globo: correspondente nos EUA, na reportagem política em Brasília e na mesa-redonda Meninas do Jô no programa de Jô Soares Foto: Reproduções



ESTOU VOANDO!


 

CLUB DE DANSE LATENTE


 

BODY AND SOUL


 

sábado, 28 de março de 2026

VOI CHE SAPETE


 

VARIATIONS


 

RIEDI AL SOGLIO

 



Julia Mikhaylovna Lezhneva (Russianborn 5 December 1989) is a Russian soprano opera singer and recitalist, specializing in soprano and coloratura mezzo-soprano material of the 18th and early 19th century.

Following her British debut in Liverpool in February 2009, Lezhneva made her London debut on 13 May 2010, at the age of 20, singing Elena's Final Rondo from Rossini's La donna del lago at the Classical Brit Awards at the Royal Albert Hall

Dame Kiri Te Kanawa, recipient of the evening's Lifetime Achievement award, personally introduced her as her protégée

.

O FIM DO GPS?

 


O NOVO TEMPO DO MUNDO

 A eleição de 2026 e o novo tempo do mundo

Se, no plano eleitoral, tudo depende da disposição para uma intervenção mais aberta, no longo prazo o cenário é de ameaça séria à democracia brasileira


POR JORGE CHALOUB

26.03.2026 05H59

Trump com uma camisa do Brasil, recebida em encontro com Bolsonaro em 2019.    Foto: Divulgação/Planalto.


A política internacional ganhou crescente importância no cenário brasileiro da última década. A partir, sobretudo, de certa renovação de um tradicional repertório anticomunista e de um elogio aberto às experiências do ‘ocidente’, disputas antes vistas omo secundárias passaram a pautar debates nacionais.

Em discursos sobre impostos ou educação, não são raras, por exemplo, menções à Venezuela ou a Cuba — seja na retórica do bolsonarismo e da ultradireita, seja nos textos de colunistas políticos. 

MAIS:

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/a-eleicao-de-2026-e-o-novo-tempo-do-mundo/

sexta-feira, 27 de março de 2026

GÊMEOS

 Eles viveram vidas idênticas por 39 anos — casaram com mulheres com os mesmos nomes, dirigiram os mesmos carros e deram aos filhos o mesmo nome.


Eles nunca haviam se conhecido. Nem sabiam que o outro existia.
Em 19 de agosto de 1939, em Piqua, Ohio, uma mulher solteira deu à luz gêmeos idênticos. Incapaz de criá-los, colocou os dois para adoção quando tinham três semanas de vida.
Por coincidência — ou algo ainda mais estranho — as duas famílias adotivas escolheram o mesmo nome para os meninos: James.
Jim Lewis foi adotado pela família Lewis, em Lima.
Jim Springer foi adotado pela família Springer, em Piqua, a apenas 64 quilômetros de distância.
Os Springer foram informados de que o outro gêmeo havia morrido. Já os Lewis sabiam que existia um irmão gêmeo, mas não tinham qualquer informação sobre ele.
Assim, por 39 anos, dois meninos idênticos cresceram e se tornaram homens praticamente iguais, vivendo vidas paralelas sem qualquer conhecimento um do outro.
Desde a infância, as semelhanças eram impressionantes:
• Ambos tinham irmãos adotivos chamados Larry.
• Ambos tiveram cachorros na infância chamados Toy.
• Ambos gostavam de matemática e marcenaria, mas odiavam ortografia.
• Ambos roíam as unhas e sofriam de enxaquecas.
Na vida adulta, as coincidências continuaram:
• Os dois trabalharam na área policial.
• Os dois dirigiam Chevrolets.
• Os dois fumavam cigarro Salem em cadeia.
• Os dois tinham hobbies como carpintaria e desenho mecânico.
Ambos se apaixonaram por mulheres chamadas Linda — e se casaram com elas.
Quando os casamentos fracassaram, ambos se divorciaram.
Depois, cada um conheceu e se casou com uma mulher chamada Betty.
Cada um teve um filho primogênito.
Jim Lewis o chamou de James Alan.
Jim Springer o chamou de James Allan — o mesmo nome, com grafia levemente diferente.
Sem saber disso, ambos passaram férias no mesmo trecho de três quarteirões de praia perto de St. Petersburg, Flórida — possivelmente ao mesmo tempo, caminhando um pelo outro sem perceber.
Eles estavam vivendo a mesma vida duas vezes.
Em 1977, Jim Lewis — que sempre soubera que tinha um irmão gêmeo — decidiu procurá-lo. Tinha 37 anos e estava curioso.
Ele entrou em contato com o tribunal de Ohio que havia tratado de sua adoção e, com ajuda, conseguiu um número de telefone.
Em 5 de fevereiro de 1979, ele ligou.
Jim Springer atendeu.
Após uma conversa cautelosa, tentando processar o que estava acontecendo, Lewis perguntou:
“Você é meu irmão?”
Springer respondeu:
“Sou.”
Quatro dias depois, em 9 de fevereiro de 1979, eles se encontraram pessoalmente pela primeira vez, após 39 anos.
Quando se viram, algo pareceu se encaixar imediatamente. Springer diria depois que sempre sentiu um vazio até aquele momento.
Ao começarem a comparar suas vidas, o espanto só aumentava:
“Você também casou com uma Linda?”
“Você também se divorciou e depois casou com uma Betty?”
“Seu filho também se chama James Allan?”
“Você também passa férias na Flórida? Em qual praia?”
Cada resposta confirmava outra coincidência impossível.
A história se espalhou rapidamente pelo país. Os gêmeos apareceram em programas de televisão e revistas, tornando-se um fenômeno nacional.
O caso chamou a atenção do psicólogo Thomas Bouchard, da Universidade de Minnesota, que estudava o impacto da genética e do ambiente na formação da personalidade.
Os gêmeos Jim eram um exemplo perfeito: DNA idêntico, ambientes completamente diferentes.
Em maio de 1979, Bouchard convidou os dois para uma série extensa de testes: avaliações psicológicas, exames médicos, testes de personalidade e análises de ondas cerebrais.
Os resultados foram impressionantes:
• Suas pontuações em testes eram quase idênticas.
• Quando pediram que desenhassem algo sem orientação, ambos fizeram o mesmo desenho.
• Descreviam suas enxaquecas com palavras praticamente iguais.
• Suas ondas cerebrais apresentavam padrões muito semelhantes.
O caso deu origem ao famoso Estudo dos Gêmeos Criados Separadamente, conduzido entre 1979 e 1999, com 137 pares de gêmeos idênticos.
Os resultados mostraram que a genética tem uma influência muito maior sobre a personalidade, inteligência e comportamento do que se imaginava.
Mesmo assim, pequenas diferenças existiam. Um dos Jim se divorciou novamente e se casou outra vez; o outro permaneceu com sua segunda esposa.
Isso mostrava que o ambiente também tem papel — mas a semelhança impressionante entre os dois reforçava o poder da herança genética.
Após o reencontro, os irmãos permaneceram próximos, visitando-se regularmente.
Eles não sentiam que haviam se tornado mais parecidos — sempre foram. Apenas não sabiam.
A história dos gêmeos Jim levantou questões profundas:
Quanto do que somos já está escrito em nosso DNA antes mesmo de nascermos?
Nossas escolhas são realmente livres — ou seguem tendências biológicas invisíveis?
Durante 39 anos, eles acreditaram estar vivendo vidas únicas e independentes.
Então se encontraram — e descobriram que seus caminhos haviam sido quase perfeitamente sincronizados.
Separados ao nascer. Criados por famílias diferentes. Sem saber da existência um do outro.
E, ainda assim, ambos se casaram com Lindas e Bettys, deram aos filhos o mesmo nome, passaram férias na mesma praia e dirigiram os mesmos carros.
Trinta e nove anos de vidas paralelas.
Um único DNA compartilhado.
E uma história que até hoje faz cientistas se perguntarem o quanto realmente escolhemos quem nos tornamos.