segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

O PRIVILÉGIO

 


O privilégio deles é poderem ser "pecadores de elite". Um fiel comum seria punido pela igreja por estar no Carnaval.

Eles, como geram visibilidade e recursos, são "poupados". O conservadorismo deles é seletivo porque o privilégio de classe permite que as regras não se apliquem a eles.
Eles lucram com a "baderna" e depois descansam na mansão "abençoada". Apontar isso é mostrar que, no capitalismo religioso, a régua moral é ajustada conforme o tamanho da conta bancária do fiel famoso.
Dora Dias




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