domingo, 28 de maio de 2017

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AMAZÔNIA: PONTO SEM RETORNO

Brasil já fez sua parte para ‘ponto sem retorno’ da devastação da Amazônia



O PALÁCIO CONDE DOS ARCOS A VENDA

foi casa de vice-rei 
vai a leilão em Salvador.

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O Palácio Conde dos Arcos, prédio com mais de 200 anos situado no Garcia e tombado pelo patrimônio histórico, ganhará um novo dono a partir do dia 1º de julho. Objetivando sanar as dívidas da entidade, a Fundação Dois de Julho – atual proprietária do imóvel – irá se desfazer do casarão, além de um pavilhão de aula utilizados pela Faculdade Dois de Julho.
A efetivação da penhora e a designação do leilão foram determinadas pelos juízes Ana Paola Machado e Júlio César Massa, da Central de Execução e Expropriações de Salvador, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), durante uma audiência realizada no último dia 5.
De acordo com o diretor da fundação, Marcos Portela, a penhora do prédio foi a solução encontrada para tentar sanar os débitos da instituição. “Por causa desse passivo chegamos à uma situação em que não há como honrar esse passivo sem que a gente se desfaça de parte da nossa área”.
O gestor explica que, por ser um bem tombado, a empresa que adquirir a área também deverá preservá-la. Com o leilão, a fundação pretende quitar o débito trabalhista, além de ter um saldo a favor que permita liquidar todo o passivo que a instituição tem hoje, no entanto, o gestor preferiu não mencionar o valor exato total da dívida.
Segundo Portela, o valor mínimo por metro quadrado do imóvel é de R$ 2 mil, o que resultaria em um lance mínimo de R$ 12,6 milhões.
Além do casarão ainda há uma área inexplorada que pode atrair as empresas para a construção de empreendimentos, e também poderia aquecer o leilão. Como o passivo trabalhista da entidade está na ordem de R$ 4 milhões, há a possibilidade de se reduzir para um montante de R$ 2,8 milhões, com a realização de acordos.
Os demais débitos são com os credores. “Para se ter uma ideia, estamos devendo a todos os bancos do sistema financeiro nacional”, comentou ele.
Características do patrimônio
Construído em 1781, o Palácio Conde dos Arcos foi a morada do último vice-rei do Brasil, e também governador da capitania da Bahia, o oitavo Conde dos Arcos, Dom Marcos de Noronha e Brito, que residiu no imóvel por sete anos.
Segundo o Iphan, este solar inicia na Bahia, a transição entre o sobrado urbano tradicional e o novo padrão de casa térrea, ligeiramente elevada, integrada ao jardim. Sua fachada é classificada por Robert Smith como “pombalina”.
No pavimento nobre encontram-se azulejos “marmoreados” azuis e amarelos, de composição do tipo grinaldas, procedentes da Fábrica do Rato, que ficava em Portugal, no século XIX.
Sem utilidade
Atualmente, o antigo palácio é denominado Solar Conde dos Arcos, e fica situado ao lado da sede da fundação – que, por sua vez, também possui a Faculdade e o Colégio Dois de Julho – na Avenida Leovigildo Filgueiras, nº 81, no Garcia. O prédio está completamente fechado e sem nenhuma mobília em seu interior há mais de dez anos, segundo o gestor. A mobília antiga que restava dentro do local foi transferida para outros imóveis da fundação.
O gestor ainda explica que o telhado da casa passou por uma reforma recentemente, mas estrutura interna necessita de outras intervenções. “Um orçamento que foi levantado, para que o imóvel fosse completamente restaurado, gira em torno dos R$ 5 milhões. Valor que a fundação não dispõe hoje, até mesmo com convênios e projetos. Estamos impossibilitados de realizar porque não temos ainda uma certidão negativa de débito, estamos dando andamento”. 
O local foi adquirido pela fundação, em 1927, por um casal de missionários da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, Peter e Irene Baker, que fundaram o Colégio Dois de Julho – então Colégio Americano –, tendo o casarão com primeira sede da escola. Com o crescimento da instituição de ensino ao longo dos anos, o imóvel passou a ser utilizado como biblioteca, e logo em seguida foi destina ao setor administrativo, até que, em meados de 2001, fechou as portas para qualquer outra utilidade.
“Para nós, ainda é muito difícil, principalmente pela importância que o palácio tem para a História da fundação”, comentou o diretor do Colégio Dois de Julho, Carlos Amaral. A Fundação Dois de Julho foi criada oficialmente em 1976, e é mantenedora do colégio, assim como da faculdade.
Segundo Marcos Portela, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) seria notificado pelo TRT-5, como havia sido registrado em ata, na audiência que definiu o leilão. A entidade, contudo, afirma não ter sido notificada ainda.
Em nota encaminhada a Tribuna da Bahia, o instituto destacou que “na mesma decisão os magistrados determinaram também a citação do Iphan, dentre outros entes, o que não ocorreu”. O Iphan ainda destacou que a venda de bens tombados não pode ser realizada sem que “previamente, sejam intimados a União, o Estado da Bahia e o Município de Salvador para que exerçam, se interessar, o direito de preferência”.
A entidade já oficiou o TRT para obter informações sobre a penhora do imóvel e, assim, poder “decidir se vai ou não exercer suas prerrogativas legais ou se estão garantidas as condições de integridade do bem”. 

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BEAUTY IN MOTION



Diana Viktorovna Vishneva July 13, 1976) is a Russian ballet dancer who performs as a principal dancer with both the Mariinsky Ballet (formerly the Kirov Ballet) and the American Ballet Theatre

Vishneva was born in Saint Petersburg and was trained at the Vaganova Academy of Russian Ballet. While at the Vaganova school, she scored the highest scores known to the school's history. During her last year at the Academy she also trained at the Mariinsky Theatre. Vishneva joined the Mariinsky Ballet Company upon her graduation in 1995. Two prizes at the start of her career at the Mariinsky–the Benois de la Danse and the Golden Sofit helped Vishneva rise up the ranks swiftly. She was promoted to principal in 1996.
Vishneva first appeared with the American Ballet Theatre during its 2003 spring season. She joined the company as a principal dancer in 2005.
In 2008, Vishneva joined the Honorary Board of Directors of the Russian Children's Welfare Society (RCWS). Vishneva was one of the featured dancers in the 2006 documentary Ballerina. Became the new face of Kèrastase's latest product line and in-salon treatment, Discipline

NILDÃO, SEMPRE!

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Post publicado aqui no Face em outubro de 2014. 
Eu já previa o inevitável: esse sujeito seria jogado no lixo da História. Não deu outra.

LE MONDE ANALISA A SITUAÇÃO

13 pontos para embasar a análise do momento que estamos passando. 
Fonte: Le Monde Diplomatique Brasil.
1 – O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações específicas locais.
2 – Os donos do poder não são os políticos. Estes são apenas instrumentos dos verdadeiros donos do poder.
3 – O verdadeiro exercício do poder é invisível. O que vemos, na verdade, é a construção planejada de uma narrativa fantasiosa com aparência de realidade para criar a sensação de participação consciente e cidadã dos que se informam pelos meios de comunicação tradicionais.
4 – Os grandes meios de comunicação não se constituem mais em órgãos de “imprensa”, ou seja, instituições autônomas, cujo objeto é a notícia, e que podem ser independentes ou, eventualmente, compradas ou cooptadas por interesses. Eles são, atualmente, grandes conglomerados econômicos que também compõem o complexo financeiro-empresarial que comanda o poder invisível. Portanto, participam do exercício invisível do poder utilizando seus recursos de formação de consciência e opinião.
5 – Os donos do poder não apoiam partidos ou políticos específicos. Sua tática é apoiar quem lhes convém e destruir quem lhes estorva. Isso muda de acordo com a conjuntura. O exercício real do poder não tem partido e sua única ideologia é a supremacia do mercado e do lucro.
6 – O complexo financeiro-empresarial global pode apostar ora em Lula, ora em um político do PSDB, ora em Temer, ora em um aventureiro qualquer da política. E pode destruir qualquer um desses de acordo com sua conveniência.
7 – Por isso, o exercício do poder no campo subjetivo, responsabilidade da mídia corporativa, em um momento demoniza Lula, em outro Dilma, e logo depois Cunha, Temer, Aécio, etc. Tudo faz parte de um grande jogo estratégico com cuidadosas análises das condições objetivas e subjetivas da conjuntura.
8 – O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.
9 – Assim, os donos do poder não querem um governo ou outro à toa: eles querem, na conjuntura atual, a reforma na previdência, o fim das leis trabalhistas, a manutenção do congelamento do orçamento primário, os cortes de gastos sociais para o serviço da dívida, as privatizações e o alívio dos tributos para os mais ricos.
10 – Se a conjuntura indicar que Temer não é o melhor para isso, não hesitarão em rifá-lo. A única coisa que não querem é que o povo brasileiro decida sobre o destino de seu país.
11 – Portanto, cada notícia é um lance no jogo. Cada escândalo é um movimento tático. Analisar a conjuntura não é ler notícia. É especular sobre a estratégia que justifica cada movimento tático do complexo financeiro-empresarial (do qual a mídia faz parte), para poder reagir também de maneira estratégica.
12 – A queda de Temer pode ser uma coisa boa. Mas é um movimento tático em uma estratégia mais ampla de quem comanda o poder. O que realmente importa é o que virá depois.
13 – Lembremo-nos: eles são mais espertos. Por isso estão no poder.

RENAN, O OBSCURO


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Alvo de doze processos no STF, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) não se emenda. Sempre faz safadezas. Certo de que Michel Temer deixará o posto presidencial, ele tem articulado com parlamentares do PSDB e do PT para votarem em sucessor anti-Lava Jato.
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O coronel alagoano tem sorte de ainda não ter sido cassado. Ele não surpreende mais ninguém e seu poder se dilui a cada dia. Esta semana, senadores do seu próprio partido se articularam para destituí-lo da liderança do PMDB no Senado.
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A decisão deverá ser concretizada na próxima terça-feira. Caso aconteça, será um duro golpe para a experiente ratazana, acelerando sua decadência política. Também não se pode descartar um futuro atrás das grades. É bem possível, o homem é muito sujo.