quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
TOFFOLI TÁ FO...
“Um ponto relevantíssimo, que não se pode perder de vista, é essa atuação de atropelo. Essas heresias jurídicas que o Toffoli vem cometendo e que não é possível sair da caneta de um juiz, de um ministro do Supremo Tribunal Federal. Não é possível. É a mesma coisa que um médico, ao invés de fazer um curativo, resolver cortar o dedo do paciente.”
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
UMA MÃO NO FUNDO DO MAR
Em 1972, durante férias, o engenheiro romano Stefano Mariottini mergulhava com snorkel na costa de Monasterace, perto de Riace, quando viu o que parecia ser uma mão humana emergindo da areia no fundo do mar. Convencido de que havia encontrado um corpo, ele acionou a polícia.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
ATÉ ZUBIN MEHTA!
World-renowned conductor Zubin Mehta, 89, has announced his decision to cancel all artistic engagements and projects in "Israel" in protest of what he described as genocide and the grave violations committed against the Palestinian people.
SOSSEGO SAGRADO
Morador terá de indenizar vizinha por rituais em área comum de vila
15 de janeiro de 2026,
A liberdade religiosa é assegurada pela Constituição, mas não é absoluta e deve ser ponderada
com o direito de vizinhança e a finalidade estritamente residencial de condomínios.
É vedada, portanto, a imposição de práticas de credo específico que constranjam
outros moradores na área comum de uma habitação.

Morador foi condenado por praticar rituais nas áreas comuns de uma vila
Com esse entendimento, a juíza leiga Camila Barbosa Almeida, do 13º Juizado Especial Cível da Regional do Méier (RJ), proibiu um morador de promover rituais religiosos na servidão de passagem e na entrada das casas de uma vila, além de condená-lo a indenizar sua vizinha por danos morais. O projeto de sentença foi homologado pelo juiz Luis André Bruzzi Ribeiro.
Limites da liberdade
O caso envolve vizinhos que compartilham uma servidão de passagem — área comum entre dois imóveis que o morador precisa atravessar para chegar à sua casa. A autora da ação, adepta do espiritismo, relatou que o réu praticava “benzeria e exorcismo” na área comum, frequentemente em voz alta e durante a noite.
Segundo os autos, o vizinho chegava a levar terceiros com vestes religiosas (estola roxa) para apontar e benzer a casa da autora, proferindo frases como “dai ao inferno Satanás” e “espírito maligno” ao vê-la passar ou ficar no portão de entrada.
Em sua defesa, o réu alegou exercer sua liberdade de crença de forma discreta, negando a promoção de cultos ou aglomerações. Contudo, ao analisar o mérito, a julgadora rejeitou a justificativa, baseando-se em vídeos anexados ao processo que comprovam a conduta reiterada em prejuízo da vizinha.
Práticas discriminatórias
“Apesar da alegação do réu de que a sua liberdade religiosa é garantida constitucionalmente, ela não é absoluta e deve ser ponderada com o direito de vizinhança, sossego e a finalidade do condomínio, conforme o Código Civil e a Lei 4.591/64, além de observar as vedações a práticas discriminatórias contra outros moradores ou praticantes de outras religiões”, ressalvou a decisão.
A sentença destacou ainda que o Estado é laico e, embora o livre exercício dos cultos seja protegido, eles devem ser feitos em locais apropriados, “sem sobreposição ou imposição de uma prática religiosa a outros”.
O morador foi condenado a pagar R$ 5 mil por danos morais e a se abster de promover rituais na servidão, corredores e portão, sob pena de multa de R$ 1 mil em caso de descumprimento. Ele não foi proibido de fazer os rituais na rua em frente à vila, desde que mantenha o portão fechado e tome o devido cuidado com a segurança dos moradores.
O DESABAFO
O desabafo de Lewandowski a um aliado ao sair do governo Lula
O agora ex-ministro da Justiça sofreu com o conhecido fogo amigo petista no governo
Por Robson Bonin
10 jan 2026
Primeiro ministro de Lula a deixar o governo neste ano, Ricardo Lewandowski resumiu a um aliado, nesta semana, seu sentimento ao deixar a política em Brasília: “Cansaço e ressaca”.
Ex-ministro do Supremo, o agora ex-auxiliar de Lula foi para o Ministério da Justiça buscando reeditar o sucesso vivido por Nelson Jobim e Márcio Thomaz Bastos em governos petistas.
As coisas não correram como ele imaginava. Boicotado pelo fogo amigo petista, Lewandowski viu a principais apostas de sua gestão serem engavetadas na Casa Civil de Rui Costa.
Ele também penou em sabatinas e reuniões do Parlamento, onde o respeito visto nos tempos de ministro do Supremo já não existia.
A gestão de Lewandowski, no entanto, colheu bons resultados sobretudo pelo trabalho da equipe que ele levou para a pasta.
A LONGA AGONIA DO IMPÉRIO AMERICANO
A longa agonia do Império Americano
A crise
da hegemonia americana, que se arrasta há cinco décadas, entrou em sua fase
mais aguda. A velha ordem, forjada nas cinzas da Segunda Guerra Mundial, se
desfaz, mas a nova ainda não nasceu
18/01/2026 |
O tom apocalíptico que cada vez
mais acompanha as ações de Donald Trump e a reconfiguração da ordem mundial nos
leva a crer que vivemos o “fim do mundo como a gente conhece”, uma ruptura
abrupta com um passado de suposta estabilidade. Mas convenhamos, para além do
alarmismo imediatista, os historiadores e teóricos do “sistema-mundo” apontam
há décadas que a crise de hegemonia do império americano não é uma novidade,
mas o desenrolar de um processo longo e complexo, cujas raízes remontam à
década de 1970. Longe de ser um evento isolado, a situação atual se insere em
um padrão histórico de ascensão e queda de potências hegemônicas, um ciclo que,
como nos mostram Giovanni Arrighi, Immanuel Wallerstein e David Harvey (à sua
maneira) é inerente à própria dinâmica do capitalismo histórico.
Harvey, em “O Novo Imperialismo”,
e Giovanni Arrighi, em “O Longo Século XX” e “Adam Smith em Pequim”, demonstram
que o ciclo hegemônico dos Estados Unidos, consolidado após a Segunda Guerra
Mundial, começou a dar sinais de esgotamento já nos anos 1970. A crise do
petróleo, a derrota no Vietnã e a crescente competição econômica com a Alemanha
e o Japão marcaram o início do que Arrighi chama de “crise sinalizadora” da
hegemonia americana. Essa crise, longe de ser uma anomalia, segue um padrão
histórico. As transições hegemônicas no sistema capitalista mundial, como a da
Holanda para a Inglaterra e desta para os Estados Unidos, foram invariavelmente
acompanhadas por períodos de caos sistêmico e guerras virulentas. O século XX,
com suas duas guerras mundiais e a Guerra Fria, foi o palco sangrento da
disputa pela sucessão da hegemonia britânica, um conflito que envolveu não
apenas as potências capitalistas estabelecidas, mas também o desafio
representado pela União Soviética.
Com o colapso do bloco socialista
em 1991, os Estados Unidos emergiram como a única superpotência, um “império
global” sem rivais aparentes. No entanto, essa unipolaridade mascarava uma
profunda crise estrutural. Sem um desafiante direto que justificasse sua
liderança e sem a capacidade de reverter o declínio de sua base produtiva, os
EUA passaram a projetar seu poder de forma cada vez mais espetacular e
militarizada. As intervenções no Iraque e no Afeganistão, mais do que
estratégias geopolíticas, foram demonstrações de força, espetáculos macabros
que pareciam saídos de um roteiro de Hollywood. Eram a expressão de um poder
que, embora ainda imenso em sua capacidade destrutiva, já não conseguia mais
liderar e organizar o sistema-mundo de forma consensual, como fizeram após a
segunda guerra (1939-1945).
Pois é neste cenário de declínio
hegemônico que a ascensão da China ganha seu fundamental significado. Giovanni
Arrighi, em “Adam Smith em Pequim”, oferece a análise mais provocadora sobre
esta transição. Para ele, a crise final da hegemonia americana não levará
necessariamente a uma nova guerra mundial nos moldes das anteriores. Arrighi
argumenta que a China, ao contrário dos desafiantes europeus do século XX, não
busca uma confrontação militar direta, mas sim uma recentralização da economia
global em torno da Ásia, baseada em uma lógica de mercado que ele, de forma
instigante, associa ao Adam Smith de “A Riqueza das Nações”, em oposição ao
Smith de inspiração imperialista.
O fato é que, economicamente,
Adam Smith já parece ter se mudado para Pequim. A China se tornou a “fábrica do
mundo”, o principal parceiro comercial da maioria das nações e uma potência
tecnológica em consolidação. Este avanço corrói as bases materiais da hegemonia
americana, que se tornou crescentemente dependente da financeirização e do
poderio militar para compensar seu déficit produtivo. Contudo, a dimensão
militar ainda é o trunfo incontestável dos Estados Unidos, como vimos
recentemente no sequestro de Nicolás Maduro. A questão que se coloca, e para a
qual não há resposta fácil, é se a transição poderá ocorrer de forma pacífica,
como Arrighi sugere ser uma possibilidade, ou se o “momento caótico” da
sucessão hegemônica, descrito por Wallerstein, levará inevitavelmente a um
conflito de grandes proporções. Certamente Trump está apostando forte neste
caminho, resta saber quando o jogador de cassino e trambiqueiro nova-iorquino
vai dobrar a aposta.
A esperança de que a China possa
“barrar a sanha americana” reside menos em sua capacidade militar e mais em sua
habilidade de construir uma ordem alternativa, menos predatória e mais centrada
no desenvolvimento mútuo. No entanto, a história das transições hegemônicas,
como nos lembra Hobsbawm ao analisar o “breve século XX”, é uma história de
violência. Estamos, portanto, com o “diabo na rua, no meio do redemoinho”. A
crise da hegemonia americana, que se arrasta há cinco décadas, entrou em sua
fase mais aguda. A velha ordem, forjada nas cinzas da Segunda Guerra Mundial,
se desfaz, mas a nova ainda não nasceu. Neste interregno, como diria Gramsci,
surgem os “sintomas mórbidos”. A guerra pela nova hegemonia já começou, e seus
desdobramentos definirão o contorno do século XXI. Uma coisa é certa, na longa
duração, “a paz sempre foi a guerra” (que o diga o facínora Adolf Hitler), a
crise é uma constante e o “fim do mundo” é o nosso pesadelo de todos os
dias. Carpe diem, leitoras e leitores, nada será como antes,
amanhã.
Professor, Historiador, Comunicador. Mestre e Doutor pela USP. Curador Acadêmico no Instituto Conhecimento Liberta (ICL). Apresentador do “Provocação Histórica", programa semanal de divulgação de História, Cultura e Arte nos canais do ICL. Autor de "Crônico e Anacrônico: escritos de um operário do tempo", pela editora Autonomia Literária (2025).
domingo, 18 de janeiro de 2026
S.O.S. BURACÃO
Moradores de Salvador denunciam construções que ameaçam Praia do Buracão
Denominado “S.O.S Buracão”, o movimento denuncia que empreendimentos de 18 andaraes irão causar sombras na faixa de areia da praia

Foto: Reprodução Trip Advisor / S.O.S Buracão
Por: Metro1 no dia 16 de agosto de 2023 às 13:02
Atualizado: no dia 16 de agosto de 2023 às 13:15
A associação de moradores do bairro do Rio Vermelho, em Salvador, criou uma campanha contra a construção de três torres de 18 andares próximo à praia do Buracão. Segundo eles, as alturas dos empreendimentos irão causar sombras na faixa de areia da praia.
Denominado “S.O.S Buracão”, o movimento denuncia os danos ao meio ambiente que serão causados pelas obras, através de projeções. O sombreamento representaria infrações ao Plano Diretor de Salvador, aos parâmetros ambientais e colocaria em risco a balneabilidade da praia, devido a proliferação de bactérias que são controladas pela luz do sol.
Desde 2016, com a aprovação da nova Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo (Louos), que estabelece as normas para altura dos prédios da orla de Salvador, a cidade vive dramas parecidos. Como o caso de Stella Maris, relatado pelo Metro1 no mês de abril, onde a construção de um imóvel enfrenta denúncias no Ministério Público da Bahia (MP-BA) e Ministério Público Federal (MPF).
A reportagem buscou a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur) para questionamentos sobre a praia do Buracão e aguarda um posicionamento.
INFELIZMENTE...
... NÃO SE TRATA DE SALVADOR
Cidade brasileira onde não existe lixo nas ruas surpreende com urbanismo planejado, coleta seletiva exemplar e arborização em todas as avenidas – modelo nacional de organização, qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

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Cidade do Paraná chama atenção por limpeza urbana constante, planejamento desde a fundação, arborização integrada à infraestrutura e políticas ambientais contínuas, combinando serviços públicos regulares, participação social e desenho urbano organizado que sustentam reputação nacional de qualidade de vida.
Maringá, no norte do Paraná, aparece com frequência em reportagens e levantamentos sobre cidades bem-cuidadas por combinar planejamento urbano, manutenção constante de áreas públicas e políticas ambientais que envolvem poder público e moradores.
Com base nos dados mais recentes do IBGE, o município tem 409.657 habitantes no Censo de 2022 e estimativa de 429.660 pessoas, o que coloca a cidade entre as maiores do estado.
Embora a expressão “não existe lixo nas ruas” seja comum em textos de divulgação, a limpeza observada em vias e praças é resultado de rotinas contínuas de varrição, coleta e fiscalização, somadas ao funcionamento de um sistema estruturado de recolhimento de resíduos.
Na prática, a reputação se sustenta por uma combinação de serviços regulares e participação social, além de regras municipais voltadas à preservação dos espaços coletivos.
Limpeza urbana como política pública permanente
A manutenção de calçadas, canteiros e áreas de convivência não depende de ações pontuais.
Em Maringá, a limpeza urbana é tratada como serviço permanente, com frentes de trabalho que incluem coleta convencional, coleta seletiva e atendimento a demandas específicas, como o recolhimento de itens volumosos e inservíveis mediante solicitação por canais da prefeitura.
A administração municipal também divulga ajustes operacionais em períodos de feriado e recesso, o que indica planejamento do serviço e comunicação com a população sobre o funcionamento das coletas.

Em diferentes regiões da cidade, a coleta seletiva integra a rotina de descarte, e, junto a campanhas de orientação e fiscalização, busca reduzir o abandono de materiais em locais inadequados.
Outro ponto associado à percepção de cidade organizada é a manutenção regular de equipamentos urbanos.
Praças, parques e canteiros centrais costumam receber serviços frequentes de conservação.
Ao mesmo tempo, ações educativas reforçam regras básicas de convivência, como o descarte correto de resíduos e a preservação de áreas verdes.
Planejamento urbano desde a fundação da cidade
A imagem de “cidade planejada” tem relação direta com a origem do município.
A própria prefeitura registra que a fundação oficial, celebrada em 10 de maio de 1947, ocorreu no contexto do projeto de colonização do norte do Paraná conduzido pela então Companhia de Terras Norte do Paraná, que mais tarde se tornou Companhia Melhoramentos Norte do Paraná.
Esse desenho urbano inicial ajuda a explicar características que ainda marcam a cidade, como vias mais largas em diversos eixos, organização de bairros e presença de áreas destinadas à circulação e à convivência.
Na prática, a continuidade de um padrão urbanístico favorece intervenções de mobilidade e manutenção, além de facilitar a distribuição de equipamentos públicos e áreas de lazer.
Ainda assim, a organização urbana não é um traço automático.
Ela depende de gestão cotidiana, capacidade de investimento e cumprimento de regras de ocupação.

Em cidades que crescem rapidamente, o desafio passa por manter a infraestrutura acompanhando a expansão, tanto em regiões centrais quanto em áreas mais novas.
Arborização urbana e gestão ambiental integrada
Maringá é conhecida nacionalmente pela arborização, visível em diferentes corredores viários e áreas residenciais.
Em vez de depender apenas de plantios isolados, o município formalizou diretrizes para manejo e expansão da vegetação urbana.
Um dos marcos é o Plano de Gestão da Arborização Urbana, que reúne orientações técnicas e administrativas para a arborização de vias, praças e parques.
A existência de um plano desse tipo indica que a política de arborização vai além da estética.
O manejo envolve critérios de espécie, manutenção, substituição de árvores com risco e compatibilização com calçadas, redes e equipamentos urbanos.
Na prática, a arborização impacta conforto térmico e paisagem, mas também exige poda adequada, planejamento e resposta a eventos climáticos que possam comprometer árvores e estruturas.
Ao tratar arborização como infraestrutura urbana, a cidade busca equilibrar benefícios ambientais com segurança e conservação.
Esse tipo de gestão tende a ser mais complexo do que aparenta, porque envolve monitoramento constante e coordenação entre órgãos responsáveis por limpeza urbana, meio ambiente e obras.
Coleta seletiva e descarte de resíduos no cotidiano

A coleta seletiva é frequentemente citada como parte da engrenagem que sustenta a imagem de limpeza.
Além do recolhimento de recicláveis em rotas definidas, a prefeitura também informa a operação de serviços voltados a inservíveis, com mecanismos de solicitação pela população.
Esse tipo de estrutura busca reduzir descarte irregular de móveis, eletrodomésticos e materiais volumosos em terrenos, calçadas e fundos de vale.
Quando o serviço funciona com regularidade e é conhecido pelos moradores, tende a diminuir pontos de acúmulo e a facilitar o encaminhamento correto dos resíduos.
Ao mesmo tempo, os resultados dependem de adesão da população e de fiscalização efetiva, já que o descarte irregular também está ligado a hábitos e à falta de cuidado com espaços comuns.
Reputação nacional e limites do discurso de cidade limpa
A reputação de Maringá como referência em urbanismo e cuidado urbano se apoia em fatores observáveis.
Entre eles estão manutenção frequente, estrutura de coleta, planejamento histórico do traçado e presença marcante de árvores em boa parte da malha viária.
Por outro lado, qualquer descrição absoluta, como a ideia de inexistência total de lixo nas ruas, não pode ser tratada como dado mensurável sem indicadores específicos e metodologias públicas que comprovem esse nível de perfeição.
O que se pode afirmar com segurança é que a cidade reúne elementos de gestão urbana frequentemente apontados como boas práticas.
Organização de serviços, comunicação institucional sobre coletas, diretrizes formais para arborização e um desenho urbano que favorece circulação e paisagem ajudam a explicar por que o município é citado como exemplo de cuidado com o espaço público.
Em um país onde a limpeza urbana e a gestão de resíduos variam de cidade para cidade, o que faz com que uma política de conservação se mantenha eficiente ao longo do tempo, mesmo com mudanças de governo e crescimento populacional?











