segunda-feira, 30 de março de 2026

PERFEITO


 Presidente Lula reagiu com firmeza contra as tentativas dos Estados Unidos de selar acordos diretos com estados brasileiros para a exploração de terras raras, minerais estratégicos para a tecnologia global. O Palácio do Planalto e o Itamaraty classificam essas negociações bilaterais como desprovidas de qualquer validade jurídica, uma vez que a competência sobre recursos minerais e relações internacionais pertence exclusivamente à União.

A manobra norte-americana é vista como uma afronta à soberania nacional e uma tentativa de passar por cima do pacto federativo.

A gestão Lula entende que esses memorandos de entendimento, assinados por governadores de oposição com representantes de Washington, ignoram as diretrizes da nova Política Nacional de Minerais Estratégicos. Para o governo, o interesse dos EUA em minerais como neodímio e lítio não pode atropelar o projeto de reindustrialização do Brasil, que visa processar essas riquezas em solo nacional em vez de apenas exportar matéria-prima bruta.

A reação oficial sinaliza que o país não aceitará ser tratado como colônia de potências estrangeiras.
Nos bastidores, o Ministério de Minas e Energia e a Advocacia-Geral da União avaliam medidas para anular formalmente esses documentos. O governo reforça que qualquer exploração de terras raras deve passar pelo crivo federal e respeitar as normas de segurança nacional, especialmente quando envolvem estados que fazem fronteira ou possuem reservas em áreas sensíveis.

A ofensiva diplomática de Lula visa garantir que a riqueza do subsolo brasileiro sirva aos interesses do povo e não aos planos de hegemonia tecnológica de Washington.

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