domingo, 26 de novembro de 2017

UM GRUPO A BEIRA DA FALÊNCIA

É o título de um artigo no semanário Le Monde Diplomatique, ao falar da Odebrecht. Até 2014, quem poderia imaginar ler este título?

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A empresa financiou a campanha de Nicolás Maduro com a "doação" de uns R$100 milhões, enquanto ajudava o opositor com uns mais modestos R$40 milhões.
Á pedido de quem?

Hoje, o Ministério da Transparência está estudando as responsabilidades judiciais da Odebrecht, o que impede qualquer tipo de contrato  com o Estado Federal e, portanto com qualquer nível da pirâmide governamental.

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A empresa demitiu mais de 100 mil funcionários em três anos, desde 2016 não tendo mais que 80 mil empregados.

Em dezembro de 2016, um acordo assinado na corte federal de Nova-Iorque entre o Brasil, a Suíça e os Estados-Unidos. a Odebrecht, acusada de haver distribuído em propinas a bagatela de U$780 milhões entre 2001 e 2016, foi condenada a multa colossal de uns U$2,5 bilhões.
O que deve dar, em reais, uns 8 bi.

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José Eduardo dos Santos, o grande "parceiro" da Odebrecht

Após ter corrompido dirigentes em Argentina, Peru, Venezuela, República Dominicana, Panamá. Equador, Guatemala, México, Colômbia, Angola, Moçambique... e França, a multinacional vê todas as portas se fecharem.

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No caso da França, a acusação se refere a transferência de tecnologia nuclear para a construção de submarinos, acordo assinado por Lula e Sakorzi.


Um cálculo realizado pela ONG brasileira Contas Abertas permitiu que a Odebrecht em vez de espalhar milhões pelo mundo afora, poderia ter comprado 83.944 ambulâncias de alto padrão.

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