sexta-feira, 1 de junho de 2018

DILMA, HADDAD E O TEMPLO DE SALOMÃO

   FOI EM 2014...


Templo de Salomão é inaugurado em São Paulo

Duas quedas de energia ocorreram durante evento nesta quinta (31).
Presidente Dilma Rousseff e candidatos participaram do evento.



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E O EDIR MACEDO DISFARÇADO DE RABINO...




LONGA FILA PARA A ARTE

Paris rende-se à arte de Vhils


Só na inauguração estiveram 4 mil pessoas. Paris descobre Vhils no centro cultural Centquatre. O artista diz-se extremamente satisfeito com os resultados.

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Nasceu em Lisboa em 1987. Terminou os seus estudos em 2008 na University of the Arts em Londres. [1]
Iniciou-se em pintura em 1998 com apenas onze anos. Pintava muros de ruas e comboios da margem sul do rio Tejo.[2]
Como artista urbano, mais recentemente, sendo as suas obras, o fruto do seu ideário e o mundo que o envolve. Este artista de Lisboa, a partir das suas raízes do graffiti/street art tem vindo a explorar novos caminhos dentro da ilustração, animação e design gráfico, misturando o estilo vectorial com o desenho à mão livre, aliado a formas contrastadas e sujas, que nos remetem para momentos épicos.
A destacar também a abertura recente da sua exibição de interior/ar livre, "building 3 steps", com Miguel Maurício.
Em 2011, desenvolveu uma técnica usando explosivos, grafite, restos de cartazes e até retratos feitos com metal enferrujado para criar retratos e frases. Existem trabalhos seus espalhados por vários locais do mundo como as cidades portuguesas de Lisboa, Porto e Aveiro, além de capitais como Londres, Moscovo, Bogotá, e cidades como Medellín, Cali (na Colômbia), Nova York, Los Angeles, Grottaglie (sul da Itália)."[3]
Em 2012, recriou uma guitarra portuguesa para a colecção Tudo isto é... autores da Malabar. [4]
A 9 de Junho de 2015, foi feito Cavaleiro da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada


    Alexandre Manuel Dias Farto CvSE (Vhils, como é conhecido na cultura graffiti) é um pintor e grafiteiro português, conhecido pelos seus "Rostos" esculpidos em paredes.
Nasceu em Lisboa em 1987. Terminou os seus estudos em 2008 na University of the Arts em Londres. 

Iniciou-se em pintura em 1998 com apenas onze anos. Pintava muros de ruas e comboios da margem sul do rio Tejo.

Como artista urbano, mais recentemente, sendo as suas obras, o fruto do seu ideário e o mundo que o envolve. Este artista de Lisboa, a partir das suas raízes do graffiti/street art tem vindo a explorar novos caminhos dentro da ilustração, animação e design gráfico, misturando o estilo vectorial com o desenho à mão livre, aliado a formas contrastadas e sujas, que nos remetem para momentos épicos.

A destacar também a abertura recente da sua exibição de interior/ar livre, "building 3 steps", com Miguel Maurício.

Em 2011, desenvolveu uma técnica usando explosivos, grafite, restos de cartazes e até retratos feitos com metal enferrujado para criar retratos e frases. Existem trabalhos seus espalhados por vários locais do mundo como as cidades portuguesas de Lisboa, Porto e Aveiro, além de capitais como Londres, Moscovo, Bogotá, e cidades como Medellín, Cali (na Colômbia), Nova York, Los Angeles, Grottaglie (sul da Itália)."

Em 2012, recriou uma guitarra portuguesa para a colecção Tudo isto é... autores da Malabar. 

A 9 de Junho de 2015, foi feito Cavaleiro da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada





O LIVRO COMO TESOURO

Biblioteca Joanina é considerada uma das mais belas do mundo



A Biblioteca Joanina é uma biblioteca do século XVIII situada no Palácio das Escolas da Universidade de Coimbra, no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Apresenta um estilo marcadamente barroco, sendo reconhecida com uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias. Além de local de pesquisa de muitos estudiosos, o espaço é ainda frequentemente utilizado para concertos, exposições e outras manifestações culturais.
Em 2013 o jornal britânico The Telegraph, considerou a Biblioteca Joanina como "a mais espectacular do mundo".[1][2] Devido à forte necessidade de preservação, em 2014 a Biblioteca entrou para a lista bienal do World Monuments Watch.
A sua construção começou no ano de 1717, no exterior do primitivo perímetro islâmico, sobre o antigo cárcere do Paço Real, com o objectivo de albergar a biblioteca universitária de Coimbra, e foi concluída em 1728 .

Apesar de ter sido construída no seguimento do projecto régio de reforma dos estudos universitários (consequência da difusão das correntes iluministas em Portugal), a Biblioteca Joanina é reconhecida como uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias.

O mestre de obras foi João Carvalho Ferreira. A decoração pintada só foi realizada alguns anos mais tarde, já nas vésperas da Reforma Pombalina: os frescos dos tectos e cimalhas foram executados por António Simões Ribeiro, pintor, e Vicente Nunes, dourador. O grande retrato do Rei é atribuído ao italiano Domenico Duprà e a pintura e douradura das estantes foi realizada por Manuel da Silva. O mobiliário, em madeiras exóticas, brasileiras e orientais, foi executado pelo entalhador Francesco Gualdini.
Exteriormente assemelha-se a um vasto paralelepípedo, onde se salienta o portal nobre, de estilo barroco, encimado por um grande escudo nacional do tempo do monarca que a mandou construir: D. João V.

Interiormente compõe-se de três salas que comunicam entre si através de arcos idênticos ao portal e integralmente revestidos de estantes, decorados a motivos chineses (na primeira sala em contraste ouro sobre fundo verde, na segunda, ouro sobre fundo vermelho e na última ouro sobre fundo negro).
Toda a sua arquitectura envolve um retrato de D. João V que, colocado na parede do topo do edifício, na última sala, funciona como "ponto de fuga" da biblioteca da Universidade de Coimbra, também chamada, noutros tempos, Casa da Livraria. A nave central da Joanina faz com que a sua estrutura se assemelhe à de uma capela, em que o retrato de D. João V ocupa o lugar do altar. A dourada moldura da tela imita uma cortina, que se abre para exibir, numa "esplendorosa composição alegórica", o rei.

OS FALSOS ALEIJADINHOS DO MASP

O MASP organizou uma exposição intitulada "Imagens do Aleijadinho", no quadro de um tema geral :
"Histórias afro-atlânticas".
Por que não?



BIG, BIG TROUBLE

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O FUNERAL DO CORVO

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Podem estar vestidos de preto, mas os funerais de corvos não são os eventos solenes que temos para os nossos mortos.
Estes pássaros causam um tumulto ao redor de seu amigo caído.
Estão com medo, ou há algo mais profundo?




DESISTO...

    ...a civilização não é para o Brasil.

CLÓVIS ROSSI  
29/05/2018.
Greve dos caminhoneiros no Brasil contra o aumento do diesel (Foto: EFE/Sebastião Moreira)

Que Michel Temer é despreparado para presidir a República não chega a ser propriamente uma novidade. Se não fosse um político medíocre, teria sido lembrado (pelo menos lembrado) para ser o candidato de algum partido ao governo do seu Estado (não foi lembrado nem para ser candidato a prefeito de sua cidade).
Nesse item específico, o despreparo não é do presidente. Guilherme Boulos, o pré-candidato presidencial do PSOL, achou que a greve/locaute era iniciativa de um suposto MCSC (Movimento dos Caminhoneiros sem Caminhão), filial do feudozinho que ele controla, o MTST.
Tampouco é surpreendente, se se levar em conta a idiotia que domina parte significativa da esquerda desde que caiu o Muro de Berlim.
Mas, sejamos justos, o fracasso é de toda a superestrutura institucional do país. Do governo federal, já falei, mas ainda vale lembrar a patética entrevista do ministro Moreira Franco à Folha. Como se sabe, entidades de caminhoneiros, desde o ano passado, estavam advertindo o governo dos problemas que enfrentavam e anunciando mobilização.
Moreira Franco, no entanto, alegou que não dá tempo para ler toda a correspondência que chega ao palácio. OK. Pena que dê tempo, sim, para receber, no escurinho do cinema, um empresário como Joesley Batista para uma conversa nada republicana.
Enfim, cada um dá o que tem no governo, certo?
Se o governo tivesse muito a dar, já na semana passada as autoridades teriam jogado todo o peso das instituições policiais e militares para desobstruir as estradas e, assim, para garantir o abastecimento. Em qualquer país um pouquinho organizado, há um limite para dialogar com movimentos grevistas. Encerrada a negociação —como o governo disse, uma e outra vez, que ocorrera—, parte-se para defender as necessidades do conjunto da população e para restabelecer o direito constitucional de ir e vir, que vale para todos e não pode ser condicionado por quem quer que seja.
Essa iniciativa tornou-se ainda mais gritante depois que se soube que caminhoneiros estavam sendo ameaçados (até com armas, em alguns casos) para que não voltassem ao trabalho (vide o blog do MAG). É crime. Criminosos não podem ser tratados como coitadinhos.
Já basta que haja pontos das cidades em que a polícia não entra porque estão sob domínio de bandos criminosos armados. Já basta que os presídios sejam território livre para facções criminosas. Permitir que também as estradas (e os postos de gasolina) sejam dominados por gangues é passar de todos os limites.
Claro que a culpa principal é do governo central, mas não dá para inocentar o resto do mundo político, que se escondeu da crise. Cadê o Congresso Nacional, como instituição? Cadê cada congressista, deputado federal, senador, deputado estadual, vereador, prefeitos, governadores?
Quem tomou alguma iniciativa para tentar ao menos interferir no processo? Ressalvo apenas o governador Márcio França, de São Paulo, que se mexeu —independentemente de ter sido ou não bem sucedido.
É possível que outros governadores tenham tomado alguma iniciativa, mas não devem ter sido tão relevantes porque não chegaram à mídia, ao contrário do que ocorreu com França.
O que fizeram sindicatos, patronais ou de trabalhadores? Ou as outras instituições da sociedade civil? Faltou combustível para todos e todas?
Vamos ser honestos, o fracasso é de um coletivo chamado Brasil. Fracasso tão formidável que há quem defenda intervenção militar. Já houve (mais de uma aliás), a mais recente durou 21 anos. Não resolveu nenhuma das falências do país, além de ter cometido crimes em série (quem não pode sair de casa por falta de combustível, aproveite para ler os livros de Elio Gaspari, o mais completo e brilhante raio-X da anarquia militar, essa que os anarquistas de araque de agora querem reintroduzir).