segunda-feira, 17 de agosto de 2026

40% DA ODEBRECHT

 

Gigante europeia avança para comprar parte da Odebrecht após saída da recuperação judicial

Após deixar recuperação judicial, Odebrecht negocia venda de 40% para gigante europeia em meio à reestruturação financeira  |   Bnews - Divulgação Divulgação


A Mota-Engil, maior empreiteira de Portugal e uma das maiores da Europa, está fechando a compra de 40% da construtora Odebrecht. O acordo ocorre após a empresa baiana deixar a recuperação judicial em março e faz parte do processo de reestruturação financeira do grupo. A informação foi divulgada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo.

Negócio integra reestruturação da Odebrecht
A negociação marca um novo movimento da Odebrecht depois de encerrar seu processo de recuperação judicial. A entrada da Mota-Engil como sócia minoritária ocorre justamente no momento em que a construtora busca reorganizar suas finanças e retomar investimentos.

Quem é a Mota-Engil
A Mota-Engil atua como líder nos setores de construção civil, obras públicas, operações portuárias, resíduos, águas e logística. A companhia tem como controladores a Mota – Gestão e Participações, holding da família Mota, e a China Communications Construction Company (CCCC), grupo estatal chinês que integra o consórcio responsável pela construção da ponte Salvador-Itaparica.

Interesses na Bahia
A empreiteira portuguesa também amplia sua presença na Bahia. A empresa está em vias de adquirir a Bamin Mineração, incluindo o trecho 1 da Ferrovia Oeste-Leste e o Porto Sul.

A POEIRA DO SAÁRA

 

Poeira do Saara cruza o Atlântico e despeja 27,7 milhões de toneladas sobre a Amazônia todo ano

Imagem ilustrativa ]
Ventos intensos levantam poeira do Saara todos os anos e levam parte do material através do Oceano Atlântico até a América do Sul. Cerca de 27,7 milhões de toneladas se depositam anualmente sobre a Bacia Amazônica, após uma viagem de aproximadamente 2.500 quilômetros.

O material carrega minerais importantes para o solo da floresta, especialmente o fósforo. Estimativas baseadas em observações por satélite indicam que cerca de 22 mil toneladas desse nutriente chegam à Amazônia a cada ano, em volume semelhante ao que as chuvas e o escoamento da água retiram do solo.

Os satélites também estimaram que 182 milhões de toneladas de poeira deixam o continente africano por ano e que 132 milhões de toneladas ainda permanecem na atmosfera ao alcançar a costa sul-americana. A intensidade do transporte varia conforme o regime de chuvas no Sahel: períodos mais secos tendem a elevar a quantidade de poeira carregada pelos ventos.

SATÉLITE SOBRE A AMAZÔNIA

 Satélite enviado sobre a Amazônia encontra uma concentração gigantesca com milhões de árvores distribuídas por uma área de 300 quilômetros quadrados

Descoberta tecnológica revela estruturas ancestrais sob a mata densa

Satélite enviado sobre a Amazônia encontra uma concentração gigantesca com milhões de árvores distribuídas por uma área de 300 quilômetros quadrados

O mapeamento a laser demonstra o planejamento avançado de civilizações ancestrais na floresta amazônica


A tecnologia de sensoriamento remoto transformou nossa compreensão sobre a densa cobertura vegetal da Amazônia e permitiu enxergar além do verde. Pesquisas recentes revelaram uma gigantesca concentração de estruturas enterradas que desafiam o que acreditávamos sobre as populações antigas locais.

Como o mapeamento a laser revelou essas estruturas?

O uso da tecnologia LiDAR foi fundamental para perfurar a densa folhagem e mapear o terreno com precisão milimétrica. Esse método avançado de varredura permite criar modelos tridimensionais que expõem construções escondidas sob centenas de anos de deposição sedimentar e intensa crescimento vegetal.

Essas descobertas modificam drasticamente o olhar histórico sobre as civilizações que habitaram a região amazônica há séculos. A precisão técnica dos instrumentos utilizados fornece dados robustos que confirmam a existência de um planejamento urbano estruturado, previamente invisível para a observação direta.

Qual a extensão das áreas mapeadas na floresta?

As análises indicam uma ocupação que se estende por aproximadamente 300 quilômetros quadrados, revelando um planejamento de grande escala. Essa área mapeada sugere uma organização social sofisticada que gerenciava os recursos naturais com técnicas avançadas de engenharia civil.

O monitoramento contínuo por satélite assegura que novos dados sejam integrados ao acervo científico, permitindo estudos mais aprofundados sobre a dinâmica populacional ancestral. A vastidão do terreno analisado corrobora a ideia de uma ocupação contínua e interconectada entre vales.

Abaixo, um vídeo do canal Fatos Desconhecidos no YouTube que aprofunda os pontos discutidos neste tema:

Cidade na Amazônia é descoberta! O que está acontecendo?
tupi

Revelações do subsolo

Aspectos das construções

A precisão dos modelos gerados pelo sensor confirma que as estruturas foram erguidas com grande intenção lógica.

Os registros indicam que a coabitação era facilitada por vias planejadas que conectavam diferentes núcleos populacionais densos.

As evidências materiais encontradas no mapeamento ajudam a compor uma lista importante para futuros arqueólogos e cientistas que estudam o território:

  • Desenhos geométricos claros que sugerem áreas de cultivo ou celebração coletiva.
  • Caminhos interconectados que facilitavam o transporte interno entre os grandes centros.
  • Estruturas de elevação que serviam como bases para moradias de alta densidade.

Como essa tecnologia impacta as pesquisas futuras?

A aplicação de novas tecnologias de escaneamento permite que a ciência avance sem a necessidade de intervenções físicas invasivas no ambiente natural preservado. Esse progresso tecnológico garante a proteção do ecossistema local enquanto viabiliza importantes descobertas sobre a história antiga.

As novas gerações de pesquisadores poderão utilizar esses dados digitais para refinar modelos de crescimento populacional e entender melhor as interações dos povos originários com o bioma amazônico. A integração de dados de sensoriamento remoto, uma necessidade fundamental:

  • Acelera o processo de identificação de sítios arqueológicos escondidos pela densa vegetação.
  • Reduz drasticamente os custos operacionais de expedições em áreas de difícil acesso geográfico.
  • Preserva a integridade da floresta ao evitar escavações desnecessárias ou predatórias.
Satélite enviado sobre a Amazônia encontra uma concentração gigantesca com milhões de árvores distribuídas por uma área de 300 quilômetros quadrados
A tecnologia LiDAR revela estruturas urbanas complexas escondidas sob a vegetação da Amazônia.

Qual a importância dessas descobertas para o Brasil?

A identificação dessas estruturas amplia o patrimônio arqueológico nacional e reafirma a presença de civilizações sofisticadas em terras brasileiras desde eras passadas. Este conhecimento fortalece a identidade cultural e impulsiona o reconhecimento do Brasil na comunidade científica internacional.

O estudo sistemático desse vasto território abre portas para uma revisão completa dos livros de história sobre a colonização do continente americano. A cada nova imagem gerada pelos satélites, consolidamos a certeza de que a Amazônia abrigou sociedades altamente avançadas.