sexta-feira, 6 de novembro de 2026

DOS DIAS DE TREN

 




GENERAIS ISRAELENSES


Um grupo de antigos generais e oficiais superiores do exército de Israel juntou-se a agricultores palestinianos na aldeia de Qusra, na Cisjordânia ocupada, para ajudar na apanha anual da azeitona.
Detalhes da iniciativa:
  • Liderança e Participação: A iniciativa foi organizada pelo antigo Major-General Eyal Ben-Reuven, juntamente com um grupo de cerca de 30 oficiais superiores reformados (incluindo seis generais). 
  • Motivação: Os ex-militares afirmaram que a ação é um gesto de solidariedade e um protesto contra o aumento da violência de colonos extremistas contra os palestinianos durante a época da colheita. 
  • Declarações: Eyal Ben-Reuven comparou os ataques de colonos a episódios históricos de perseguição e criticou a situação no terreno, enquanto agricultores locais, como Nimr Nazzal, apontaram a conivência ou a proteção dada pelas forças de segurança aos colonos. 
  • Reações: O ato gerou reações mistas; enquanto os participantes o veem como um sinal de consciência moral e de denúncia da realidade, críticos nas redes sociais e em debates públicos descreveram-no como uma campanha de relações públicas. 

 https://www.aljazeera.com/video/newsfeed/2026/11/5/former-israeli-generals-help-palestinian-olive-farmers

MAIS DESTRUIÇÃO!


 O Carlismo Político não presta para a gestão pública!!!

Afirmo categoricamente!!!
Mais um exemplo da ausência de políticas públicas em prol da preservação da memória social é do patrimônio cultural. O exemplo agora é o imóvel onde por mais de 50 anos, Sérgio Caloula manteve o seu antiquário.
Após o falecimento do Sérgio, o senhor Cezar adquiriu o imóvel junto aos herdeiros, criou ali uma agência do Banco Santander que não resistiu uma década se quer!
Desde 2012, quando o ex-prefeito de Salvador decretou as políticas de reajustes do imposto predial, o IPTU de muitos imóveis como esses já ultrapassa 1.000%, o que tem gerado um canibalismo devastador promovido por especuladores imobiliários.
Salvador não merece essa destruição!!!

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

SIONISMO COLONIZANDO A BAHIA?

 

Turistas israelenses tentam destruir mural pró-Palestina em Itacaré (BA)

Ativistas denunciam racismo e condutas de supremacia por parte de turistas israelenses em destino turístico baiano

Intervenção artística mobilizou cidade baiana pelo chamado turismo ético na região
Intervenção artística mobilizou cidade baiana pelo chamado turismo ético na região | Crédito: Mariá Veiga/Frente Palestina do Sul da Bahia

Turistas israelenses tentaram vandalizar, na sexta-feira (30), um mural construído coletivamente por moradores de Itacaré, no sul da Bahia, com mensagens de solidariedade ao povo palestino.

A intervenção artística foi feita nas paredes de um importante casarão localizado na cidade, que até dias atrás estava sendo alugado por israelenses. A obra fazia parte de uma manifestação em defesa do “turismo ético” na região, que denuncia o racismo praticado pelos visitantes.

Com frases, pinturas e lambes, o mural prestava solidariedade aos palestinos e denunciava as violências coloniais praticadas contra diversos povos pelo mundo. Os israelenses foram contidos e expulsos do local pelos próprios moradores da vizinhança.

“No dia do ato, estava tendo também um evento cultural, muita gente passando na praça, estava tendo a Flicaré, que é uma feira de livros que a gente tem aqui em Itacaré, com muitas pessoas interessantes, arte para tudo que é lado. E aí vários artistas começaram a chegar, cada um querendo expressar um pouco da sua indignação, e ficou um painel bem maior daquilo que eu combinei”, explicou a professora, moradora de Itacaré e coordenadora da Frente Palestina do Sul da Bahia, Mariá Veiga.

Só que, horas após o fim da mobilização, um grupo de turistas israelenses, incomodados com o conteúdo das mensagens, tentou vandalizar o mural. O caso foi divulgado pela página Frente Palestina do Sul da Bahia, que afirmou em uma das postagens de denúncia: “Podem tentar calar a parede, mas a nossa história não será apagada.”

“Um grupo, que devia ter umas sete pessoas vestidas com as vestimentas tradicionais, foi caminhando até o casarão com a proposta de danificar o mural feito pelos moradores, pelos artistas, pelos estudantes, pela comunidade. Eles foram com essa intenção. E aí os próprios nativos, não estávamos nós, ativistas, nada disso. As próprias pessoas que estavam na praça protegeram o mural, porque as pessoas ficaram felizes com aquele mural ali”, explicou Mariá Veiga.

De acordo com a Frente Palestina do Sul da Bahia, o casarão é um prédio simbólico para Itacaré, onde já funcionou uma escola de música. Nos últimos meses, o espaço foi alugado por um grupo de israelenses, que, segundo os ativistas pró-Palestina, estavam usando o espaço de maneira irregular e para promover ideias supremacistas, racistas e sionistas.

Pressionado por empresários da região, o proprietário do casarão, que inicialmente havia autorizado a intervenção, solicitou aos manifestantes que retirassem as mensagens das paredes.

Histórico de conflitos na região

Este não é o primeiro caso de conflito entre moradores da região e turistas israelenses. Destino muito procurado no sul da Bahia, Itacaré é visitada com frequência por israelenses. Moradores e ativistas denunciam que os visitantes têm comportamento inadequado, são violentos, preconceituosos e desrespeitam trabalhadores da região.

“Depois de servir ao exército, eles têm um ano sabático. Eles têm que se desestressar. E, no lugar deles voltarem para Israel, o governo israelense manda eles para fora, para outros lugares, para que eles se desestressem e voltem preparados para viver em sociedade. Então, quando eles chegam a Itacaré, eles continuam achando que estão dentro de um campo de guerra”, diz a ativista pró-Palestina.

Após o ataque contra o território palestino iniciado em outubro de 2023, esses soldados têm desembarcado no litoral nordestino com mais recursos e, ao mesmo tempo, mais autoritários.

“Eles tratam muito mal as pessoas. Eles são racistas, misóginos e supremacistas. Eles fazem coisas, assim, que são inaceitáveis. E muitas vezes tentam disfarçar. Dizer que não estão fazendo, mas fazem. Às vezes eles ficam falando no idioma deles e xingam a pessoa, estão chamando a pessoa de macaco ou de escravo. A pessoa não entende, continua trabalhando, fazendo trabalho para eles”, apontou.

Em março de 2026, a Frente Palestina do Sul da Bahia resolveu fazer uma manifestação no centro de Itacaré para denunciar os abusos e violências cometidos por esses turistas. Acontece que os israelenses contam com apoio de empresários e pequenos comerciantes da região, que tentam proteger a injeção de recursos que os estrangeiros promovem na cidade nas temporadas de verão.

Esse grupo se articulou para fazer um ato simultâneo em favor dos israelenses no mesmo local da manifestação pró-Palestina, que contava com a presença do ativista Thiago Ávila. Houve confronto e três jovens, com idade entre 22 e 23 anos, chegaram a ser presos por desacato e depois liberados pela polícia.

O ato denunciava a presença de soldados israelenses na cidade e cobrava da comunidade mais sensibilidade para a realização de um chamado “turismo ético” na região.

A intervenção artística realizada neste final de semana tinha o objetivo, segundo os realizadores, de demarcar a presença da solidariedade palestina na região. “Um recado para todos que escolhem Itacaré como destino: sejam bem-vindos, mas venham com respeito. Respeitem nosso povo, nossa cultura, nossa história e nossa território”. afirma uma das postagens da Frente Palestina do Sul da Bahia. “Itacaré acolhe, mas não se curva”, defende a postagem.

COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO.´- O problema vem se repetindo em vários pontos da Bahia. Morro de São Paulo, Chapada Diamantina... Pontos turísticos do estado. O mesmo tipo de israelenses se comporta com desmedida arrogância, discute preços, tenta sair das pousadas sem pagar... Até na minha galeria um casal insistiu para pagar menos um postal de... CINCO REAIS! Intrigado pela língua, perguntei de onde eram "Israel". Exigi que saissem imediatamente da galeria.


O AGRO É POP...


 O agro é pop, mas se aliou ao que havia de mais retrógrado nesta eleição. A Faria Lima é moderna, mas se aliou a um projeto obtuso, negacionista. A grande mídia é tirada a limpinha, asseada e civilizada, mas flertou com um delinquente. E os líderes evangélicos louvam a Deus acima de tudo mas fecharam com o armamentismo e a barbárie.

Que moral têm os que apoiaram um sujeito do nível do candidato derrotado? Que moral têm os poderes que apostaram na aberração que é a família de milicianos? Pela segunda vez!!!!!!
Demonstraram uma coisa: que são capazes de se abaixarem a um nivel inimaginável, até a boquinha da garrafa... para se manterem onde estão.
Hipocrisia? Temos!!!

terça-feira, 3 de novembro de 2026

O RABINO CONFESSOU

 


Este rabino israelense acabou de admitir algo insano:

“Para que Israel tivesse armas nucleares, tivemos que vender bebês negros roubados para famílias nos EUA, onde fizeram experimentos médicos neles. Agora Israel tem poder nuclear suficiente para dizimar o mundo inteiro em um minuto.”
Isso é o Caso dos Bebês Iemenitas (década de 1950): Milhares de bebês de famílias judias iemenitas pobres “desapareceram” logo após o nascimento em campos de trânsito e hospitais israelenses.
Os pais foram informados de que seus recém-nascidos haviam “morrido subitamente”.
Muitos foram supostamente sequestrados e ou:
1. Vendidos para adoção a famílias asquenazitas sem filhos (em Israel e no exterior), ou
2. Usados em experimentos médicos.
Mais de 1.000 casos estão oficialmente documentados.
Algumas estimativas chegam a 4.500.
Em 2016, Netanyahu reconheceu publicamente que o Estado levou “centenas” de crianças sem consentimento.
O vídeo abaixo é o próprio rabino se gabando disso.
Este é um dos capítulos mais sombrios e menos discutidos da história inicial de Israel.
Como isso não é discutido em todos os lugares?


DO HEROÍSMO AO VEXAME

 DO HEROÍSMO VIRTUAL AO VEXAME DE BASTIDOR: JORNAL ARGENTINO REVELA QUE FLÁVIO BOLSONARO FUGIU "EM PÂNICO", ENFRENTOU RECUSA DE PILOTOS E DETONOU UMA CRISE NO GOVERNO MILEI!




A reportagem investigativa publicada pelo jornal argentino Clarín destrói de forma definitiva a pose de altivez e os discursos ensaiados de Flávio Bolsonaro (PL) nas redes sociais. Enquanto o senador grava vídeos da Flórida alegando que "não se arrepende de nada" e seus irmãos inflam a internet chamando a ordem constitucional de "regime", os relatos de testemunhas e autoridades que acompanharam a operação de fuga expõem um quadro de desespero e covardia: o parlamentar deixou o Brasil em estado de puro pânico, enfrentou a recusa de prestadores de serviço temerosos de complicações penais e provocou uma crise aberta no primeiro escalão do governo de Javier Milei:


O abismo entre a valentia do Instagram e o terror da realidade:
Fontes ouvidas pelo Clarín foram unânimes ao descrever o estado emocional do senador durante a travessia: Flávio estava "em pânico", "muito, muito agitado" e obcecado pela urgência de entrar em qualquer aeronave para escapar do país com a família. O homem que se apresentava como líder da oposição desmanchou-se emocionalmente diante da perspectiva concreta de cumprimento de mandados da Polícia Federal e de medidas cautelares determinadas pelo Supremo Tribunal Federal, desfazendo qualquer tentativa de romantizar sua evasão clandestina como um ato de bravura política.

A recusa de aeronaves e a resistência de motoristas:
A paranoia do clã foi agravada pelo isolamento logístico na fronteira. O plano original sofreu sucessivos reveses quando o proprietário de uma das aeronaves inicialmente contratadas se recusou formalmente a transportar o parlamentar até a divisa, temendo ser enquadrado como cúmplice de facilitação de fuga e desobediência a ordens judiciais. O mesmo receio contaminou os responsáveis pelo transporte terrestre em Misiones, deixando a operação à beira do colapso no momento em que vazamentos começaram a pipocar na imprensa internacional.

A blindagem clandestina da Casa Rosada e o motim ministerial:
O relato detalha a ingerência direta de Javier Milei e de seu assessor mais próximo, Santiago Caputo, que colocaram a estrutura do Estado argentino a serviço da fuga. A operação, no entanto, abriu uma fratura interna no gabinete de Buenos Aires: a ministra da Segurança, Alejandra Monteoliva, ficou furiosa ao descobrir a manobra pela televisão e disparou que a equipe de Caputo "não pode trabalhar assim". O mal-estar exigiu que Monteoliva, o chefe da Casa Civil, Diego Santilli, e a secretária-geral da Presidência, Karina Milei, redigissem às pressas um comunicado oficial de controle de danos para tentar legitimar a passagem da família pela fronteira de Puerto Iguazú.

Manobras de despiste e a farsa dos aviões na pista:
O nível de conspiração alcançou as fileiras da inteligência argentina. O chefe do serviço de inteligência, Cristian Auguadra, chegou a solicitar autorização para posicionar na pista uma aeronave de matrícula LV-JZQ com o único objetivo de servir como isca e despistar a imprensa e a fiscalização, enquanto Flávio e seus familiares embarcavam furtivamente no jato Gulfstream IV (matrícula LV-JQW), operado pela Bayres Fly e financiado por operadores norte-americanos ligados a Donald Trump.

A desmoralização do falso mártir perante o país:
Figuras públicas que enfrentaram perseguições autoritárias reais na história brasileira suportaram prisões, cassações e tribunais de cabeça erguida, ancoradas na convicção de suas causas. O espetáculo protagonizado por Flávio Bolsonaro — trocando de documentos no sistema migratório, escondendo-se atrás de manobras de agentes estrangeiros e tremendo na pista de um aeroporto vizinho — revela a estatura moral de um projeto que só demonstrava arrojo quando aparelhou o Estado para perseguir opositores. Ao primeiro sinal do império da lei, a suposta coragem converteu-se em pânico indisfarçável.

A fuga documentada pelo Clarín fecha o retrato da derrocada do clã Bolsonaro no pós-eleição de 2026. Longe de qualquer aura heroica, o que se viu nos bastidores de Puerto Iguazú foi o desespero descontrolado de quem sabe exatamente o peso das provas que o cercam e não possui estofo cívico para prestar contas ao povo que dizia representar. A história registrará a histeria e a covardia de quem cruzou fronteiras na calada da noite para fugir da Justiça que pretendia destruir.