domingo, 29 de março de 2026

NÃO É EM SALVADOR...

 ... INFELIZMENTE

Por g1 Santos

  • Duas pessoas foram condenadas a pagar indenização por dano moral coletivo após realizarem pichações em um imóvel, no Centro Histórico de Santos, no litoral de São Paulo.

  • A decisão é da 2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que fixou o valor total em R$ 10 mil, cada réu terá que pagar R$ 5 mil.

  • O imóvel pichado fica na Rua Xavier da Silveira e pertence à empresa Bunge. De acordo com o processo, ele está situado em uma área de interesse turístico e possui nível de proteção urbanística, agravando a infração.

Pichações em imóvel histórico, no Centro de Santos. — Foto: Natália Brito/g1 Santos

Pichações em imóvel histórico, no Centro de Santos. — Foto: Natália Brito/g1 Santos

Duas pessoas foram condenadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ‑SP) a pagar R$ 10 mil por dano moral coletivo após realizarem pichações em um imóvel no Centro Histórico de Santos, no litoral de São Paulo. A ação foi movida pelo Ministério Público, e cada réu deverá pagar R$ 5 mil, valor que será destinado a fundo público, conforme prevê a legislação.

O imóvel pichado fica na Rua Xavier da Silveira e pertence à empresa Bunge. De acordo com o processo, o local está inserido em uma área de interesse turístico e possui nível de proteção urbanística, o que agravou a infração analisada pela 2ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do TJ‑SP.

Relator do recurso, o desembargador Miguel Petroni Neto destacou que a principal discussão do caso foi a caracterização do dano moral coletivo. Em seu voto, ele afirmou que esse tipo de dano ocorre quando a conduta ultrapassa o prejuízo patrimonial e gera impacto percebido pela sociedade.

"Para a ocorrência do dano moral coletivo é necessário que haja efetiva percepção deste, causando uma sensação de perda em âmbito coletivo", apontou Petroni Neto. 
Segundo o relator, no caso analisado, os prejuízos ultrapassaram o aspecto material, já que o imóvel integra o conjunto urbano de relevância histórico‑cultural de Santos, atingindo diretamente a população.

Também participaram do julgamento os desembargadores Paulo Ayrosa e Ramon Mateo Júnior. A decisão foi unânime.

Crime ambiental

A pichação é crime ambiental no Brasil com base no artigo 65 da Lei nº 9.605/1998. No texto consta que é proibido pichar ou sujar prédios e monumentos urbanos para preservar o patrimônio público e cultural, especialmente em áreas históricas ou protegidas.

Quem comete esse tipo de infração pode receber pena de três meses a um ano de detenção, além de multa. A punição vale mesmo quando não há dano estrutural, pois a prática afeta o interesse coletivo.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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NÃO ASSISTO MAIS

 Ex-repórter da Globo critica o jornalismo do canal: “Não assisto mais”

Cristina Serra argumenta contra a linha editorial da emissora mais influente do país

Por: Jeff Benício

29 mar 2026

“Eu não assisto a TV Globo mais. Nem o canal aberto, muito menos o canal de debates (GloboNews). Debates entre aspas, porque ali tem uma voz predominante que é a da empresa”, afirmou Cristina Serra em live com o comunicador Leandro Fortes, do canal Galo Preto.

“Comecei a me irritar profundamente com o que eu via. Estava ficando impossível assistir. Eu perco meu tempo, não me informo direito, não preciso.”

A jornalista trabalhou 26 anos na Globo. Além do longo período na reportagem em Brasília, foi correspondente em Nova York e comentarista de política. 

Ela também atuou na GloboNews. Deixou o grupo de mídia da família Marinho em 2018.

Cristina se manifestou a respeito do PowerPoint exibido no programa ‘Estúdio i’, que dois dias depois obrigou a apresentadora Andréia Sadi a admitir que a arte estava “incompleta” e pedir desculpas (confira postagem no destaque).

“Como trabalhei lá na Globo e conheço como as coisas funcionam internamente, me veio logo à mente o processo como aquilo foi feito e fiz uma associação com o debate Lula Collor de 1989”, disse a veterana, hoje contratada da estatal TV Brasil e do progressista ILC Notícias.

Após sair da Globo, Cristina Serra passou a verbalizar seu pensamento progressista e uma visão crítica do jornalismo Foto: Reprodução/TV Brasil


No episódio citado, o material exibido no ‘Jornal Hoje’ foi reeditado para a exibição no ‘Jornal Nacional’, a fim de beneficiar o candidato preferido do dono da Globo, Roberto Marinho. Consequentemente, houve o desfavorecimento do candidato do PT.

“Os responsáveis pela edição do Jornal Nacional afirmaram, tempos depois, que usaram o mesmo critério de edição de uma partida de futebol, na qual são selecionados os melhores momentos de cada time. Segundo eles, o objetivo era que ficasse claro que Collor tinha sido o vencedor do debate, pois Lula realmente havia se saído mal”, esclarece texto no site ‘Memória Globo’, da própria emissora.

“Mas o episódio provocou um inequívoco dano à imagem da Globo. Por isso, hoje, a emissora adota como norma não editar debates políticos; eles devem ser vistos na íntegra e ao vivo”, conclui a mensagem de ‘mea-culpa’.

A coluna deixa espaço aberto aos citados.

Três momentos de Cristina Serra na Globo: correspondente nos EUA, na reportagem política em Brasília e na mesa-redonda Meninas do Jô no programa de Jô Soares Foto: Reproduções



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