quarta-feira, 28 de outubro de 2026
PERDEU, MANÉ!
Banqueiros que apostaram em Flávio Bolsonaro perderam US$ 15 bi com vitória de Lula
André Esteves, do BTG Pactual, teve a maior perda individual, de US$ 4,4 bilhões, segundo índice de riqueza da Bloomberg

Os dez brasileiros que figuram entre as 500 pessoas mais ricas do mundo perderam, juntos, cerca de US$ 15 bilhões nesta segunda-feira (26), após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O resultado provocou uma queda acentuada nos mercados financeiros brasileiros e levou à interrupção temporária das negociações na bolsa, segundo o Bloomberg Billionaires Index.
De acordo com o levantamento, foi a maior perda diária acumulada pelo grupo desde a criação do índice, em 2012. As quedas foram registradas até o meio-dia em Nova York, em meio à reação dos investidores à reeleição de Lula, que derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL) por uma diferença de 4,4 milhões de votos.
OS BURGUESES DE CALAIS
DE AUGUSTE RODIN
AMOR ETERNO
«Amor eterno» es una canción mexicana elegíaca del autor Alberto Aguilera, conocido como Juan Gabriel.
De acuerdo con el autor, la letra de esta canción fue inspirada en la muerte de su madre ocurrida en 1974, noticia que recibió estando el cantante de gira en Acapulco, Guerrero, hecho que refleja en la letra de la canción.
Originalmente interpretada por Rocío Dúrcal, es quizá la canción más conocida de esta cantante y una de las más reconocidas de la música vernácula mexicana. En 2024, el sencillo fue seleccionado para su preservación en el Registro Nacional de Grabaciones de los Estados Unidos por la Biblioteca del Congreso por ser "cultural, histórica o estéticamente significativo"
ZIMOUN
Zimoun é um artista suíço que vive e trabalha em Berna, Suíça. Como artista autodidata, é mais conhecido por suas esculturas sonoras, arquiteturas sonoras e arte de instalação que combinam materiais brutos ...
Zimoun (born 1977) is a Swiss artist who lives and works in Bern, Switzerland. As self-taught artist, he is most known for his sound sculptures, sound architectures and installation art that combine raw, industrial materials such as cardboard boxes, plastic bags, or old furniture, with mechanical elements such as dc-motors, wires, microphones, speakers and ventilators.
lthough he was never formally trained in the arts, Zimoun has received numerous prizes for his work and has exhibited internationally. "Since a little kid I have been interested in exploring sound, playing instruments and creating compositions in addition to visual arts such as paintings, cartoons, photographs and so on", Zimoun explains in an interview, "from a very early age I was fascinated and somehow obsessed by being active in all these fields; sound, music and visually realized projects.
Now, through my sound sculptures and installations many of these interests are coming together." Zimoun also mentioned composer and artist John Cage whose work and thoughts he often studied during his younger days. Through the use of industrial objects and found materials, Zimoun's work reconsiders the place technology holds in daily life, conjuring nostalgia for obsolete devices.
His sculptures reference the chaos of the modern day, while retaining the order of minimalism. His oeuvre includes his celebrated architectural interventions and sound sculptures, as well as a variety of audio works that expand on the traditions of lowercase music, sound art, and minimal techno.[2] Zimoun is best known for his installative, generally site-specific, immersive works. He employs mechanical principles of rotation and oscillation to put materials into motion and thus produce sounds.
For this he principally uses simple materials from everyday life and industrial usage, such as cardboard, DC motors, cables, welding wire, wooden spars or ventilators. For his works Zimoun develops small apparatuses which, despite their fundamental simplicity, generate a tonal and visual complexity once activated – particularly when a large number of such mechanical contraptions, generally hundreds of them, are united and orchestrated in installations and sculptures. Zimoun creates three-dimensional sonic spaces the visitor can actively explore.
DESESPERO NA PAPUDINHA
DELAÇÃO DO DESESPERO NA PAPUDINHA: ABANDONADO POR FLÁVIO BOLSONARO APÓS A FUGA PARA MIAMI, O BANQUEIRO DANIEL VORCARO ATIVA O "PLANO B", PROMETE ABRIR A CAIXA PRETA DOS R$ 134 MILHÕES DO BANCO MASTER E PODE EXPLICAR A MANSÃO DE BRASÍLIA!
A análise de Antonio Mello expõe o efeito colateral mais letal da fuga de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos: o rompimento abrupto do pacto de silêncio com quem financiava as engrenagens ocultas do clã.
Preso no Complexo Penitenciário da Papuda e privado do fausto dos charutos, jatinhos particulares e banquetes milionários, o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, vê desmoronar a única garantia que o mantinha calado — a promessa de que uma vitória de Flávio nas urnas abriria as portas de sua cela por meio de interferência política ou anistia velada:
O fim do "Plano A" e a traição do "irmãozão":
A esperança de Vorcaro residia na conquista do Palácio do Planalto pela extrema-direita, que neutralizaria as ações penais e permitiria ao banqueiro desfrutar dos bilhões de reais mantidos em paraísos fiscais no exterior.
No entanto, a derrota eleitoral para Luiz Inácio Lula da Silva e a evasão clandestina de Flávio — que pegou a família, cruzou a fronteira em um jatinho e desembarcou na Flórida — deixaram o banqueiro entregue à própria sorte.
As mensagens reveladas pelas investigações da Polícia Federal (PF), nas quais Flávio jurava lealdade cega (“Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente.
Só preciso que me dê uma luz! Abs!”), transformaram-se na certidão do abandono.
Para quem está preso na Papudinha, a lealdade unilateral acabou no exato instante em que o jatinho do senador decolou da Argentina.
O "Plano B": Delação premiada com o peixe mais graúdo da República:
Até então, as tentativas de colaboração premiada de Vorcaro haviam sido refutadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sob o comando de Paulo Gonet por falta de densidade probatória ou por recair sobre operadores intermediários.
Agora, com Flávio na condição de foragido internacional, desprovido da caneta presidencial e prestes a perder o foro privilegiado, o valor de troca do senador atingiu o teto máximo. Entregar a rota completa do dinheiro captado pelo clã torna-se o único bilhete de saída do banqueiro para escapar dos anos de reclusão em regime fechado.
O mapa dos repasses e o escândalo Dark Horse: A delação de Vorcaro tem o potencial de dissecar nos mínimos detalhes como foi estruturada a cobrança de R$ 134 milhões ao Banco Master sob o disfarce de apoio cultural à cinebiografia de Jair Bolsonaro. A PF já rastreou que parte substancial desses aportes — negociados em reuniões na residência do próprio banqueiro no Lago Sul com a presença de lideranças partidárias — transitou por empresas interpostas e fundos no exterior.
O testemunho detalhado de quem assinou os cheques e autorizou as transferências preencherá as lacunas que a defesa do parlamentar tentava empurrar como "captação regular de mercado"
.A revelação da engenharia financeira da Mansão de Brasília:
O ponto mais explosivo do provável depoimento de Vorcaro atinge diretamente o imóvel de R$ 6 milhões adquirido por Flávio no setor de mansões de Brasília. I
nvestigadores já apontavam conexões cruzadas entre as operações do Banco de Brasília (BRB), as transações com o Master e a participação de intermediários na composição do patrimônio da família.
Se Vorcaro colocar no papel os bastidores dessa transação imobiliária e os fluxos de dinheiro em espécie que abasteciam o núcleo político do senador, a tese de inocência construída pelos advogados do clã será implodida em definitivo.
O desmonte do ecossistema de proteção:
As investigações mostram que o circuito financeiro que unia Daniel Vorcaro, o operador Willer Tomaz (sócio de Flávio nas holdings do exterior) e as plataformas de apostas operava como uma rede de apoio mútuo.
Com Willer foragido, Flávio refugiado nos Estados Unidos e as ordens de extradição sendo preparadas em Brasília, Vorcaro compreendeu que continuar em silêncio significa pagar a conta penal sozinho.
A bomba-relógio da Papuda começou sua contagem regressiva. Flávio Bolsonaro pode ter escapado provisoriamente das viaturas da PF ao se refugiar na Flórida, mas deixou para trás, encarcerado no Distrito Federal, o homem que sabe onde cada centavo foi guardado, transferido e sacado.
Quando Daniel Vorcaro começar a falar, não haverá fronteira ou apadrinhamento político internacional capaz de conter o estrago das provas que emergirão das celas de Brasília.





