terça-feira, 3 de novembro de 2026

DO HEROÍSMO AO VEXAME

 DO HEROÍSMO VIRTUAL AO VEXAME DE BASTIDOR: JORNAL ARGENTINO REVELA QUE FLÁVIO BOLSONARO FUGIU "EM PÂNICO", ENFRENTOU RECUSA DE PILOTOS E DETONOU UMA CRISE NO GOVERNO MILEI!




A reportagem investigativa publicada pelo jornal argentino Clarín destrói de forma definitiva a pose de altivez e os discursos ensaiados de Flávio Bolsonaro (PL) nas redes sociais. Enquanto o senador grava vídeos da Flórida alegando que "não se arrepende de nada" e seus irmãos inflam a internet chamando a ordem constitucional de "regime", os relatos de testemunhas e autoridades que acompanharam a operação de fuga expõem um quadro de desespero e covardia: o parlamentar deixou o Brasil em estado de puro pânico, enfrentou a recusa de prestadores de serviço temerosos de complicações penais e provocou uma crise aberta no primeiro escalão do governo de Javier Milei:


O abismo entre a valentia do Instagram e o terror da realidade:
Fontes ouvidas pelo Clarín foram unânimes ao descrever o estado emocional do senador durante a travessia: Flávio estava "em pânico", "muito, muito agitado" e obcecado pela urgência de entrar em qualquer aeronave para escapar do país com a família. O homem que se apresentava como líder da oposição desmanchou-se emocionalmente diante da perspectiva concreta de cumprimento de mandados da Polícia Federal e de medidas cautelares determinadas pelo Supremo Tribunal Federal, desfazendo qualquer tentativa de romantizar sua evasão clandestina como um ato de bravura política.

A recusa de aeronaves e a resistência de motoristas:
A paranoia do clã foi agravada pelo isolamento logístico na fronteira. O plano original sofreu sucessivos reveses quando o proprietário de uma das aeronaves inicialmente contratadas se recusou formalmente a transportar o parlamentar até a divisa, temendo ser enquadrado como cúmplice de facilitação de fuga e desobediência a ordens judiciais. O mesmo receio contaminou os responsáveis pelo transporte terrestre em Misiones, deixando a operação à beira do colapso no momento em que vazamentos começaram a pipocar na imprensa internacional.

A blindagem clandestina da Casa Rosada e o motim ministerial:
O relato detalha a ingerência direta de Javier Milei e de seu assessor mais próximo, Santiago Caputo, que colocaram a estrutura do Estado argentino a serviço da fuga. A operação, no entanto, abriu uma fratura interna no gabinete de Buenos Aires: a ministra da Segurança, Alejandra Monteoliva, ficou furiosa ao descobrir a manobra pela televisão e disparou que a equipe de Caputo "não pode trabalhar assim". O mal-estar exigiu que Monteoliva, o chefe da Casa Civil, Diego Santilli, e a secretária-geral da Presidência, Karina Milei, redigissem às pressas um comunicado oficial de controle de danos para tentar legitimar a passagem da família pela fronteira de Puerto Iguazú.

Manobras de despiste e a farsa dos aviões na pista:
O nível de conspiração alcançou as fileiras da inteligência argentina. O chefe do serviço de inteligência, Cristian Auguadra, chegou a solicitar autorização para posicionar na pista uma aeronave de matrícula LV-JZQ com o único objetivo de servir como isca e despistar a imprensa e a fiscalização, enquanto Flávio e seus familiares embarcavam furtivamente no jato Gulfstream IV (matrícula LV-JQW), operado pela Bayres Fly e financiado por operadores norte-americanos ligados a Donald Trump.

A desmoralização do falso mártir perante o país:
Figuras públicas que enfrentaram perseguições autoritárias reais na história brasileira suportaram prisões, cassações e tribunais de cabeça erguida, ancoradas na convicção de suas causas. O espetáculo protagonizado por Flávio Bolsonaro — trocando de documentos no sistema migratório, escondendo-se atrás de manobras de agentes estrangeiros e tremendo na pista de um aeroporto vizinho — revela a estatura moral de um projeto que só demonstrava arrojo quando aparelhou o Estado para perseguir opositores. Ao primeiro sinal do império da lei, a suposta coragem converteu-se em pânico indisfarçável.

A fuga documentada pelo Clarín fecha o retrato da derrocada do clã Bolsonaro no pós-eleição de 2026. Longe de qualquer aura heroica, o que se viu nos bastidores de Puerto Iguazú foi o desespero descontrolado de quem sabe exatamente o peso das provas que o cercam e não possui estofo cívico para prestar contas ao povo que dizia representar. A história registrará a histeria e a covardia de quem cruzou fronteiras na calada da noite para fugir da Justiça que pretendia destruir.

domingo, 1 de novembro de 2026

BABIES IN OVEN

 




CONCHA ACÚSTICA


Show dos Novos Baianos, Concha acústica lotada, gente saindo pelo ladrão. De repente, nos últimos degraus, próximo ao bar, o argentino Fernando Noy vestido com um colorido figurino, começa uma louca coreografia. A performance era tão doida, que o público dá as costas para o show e começa a acompanhar Noy lá em cima. Baby se irrita, pega o microfone e em alto e bom som grita : " vocês querem a loura ou a gente." A platéia enlouquecida grita pelo argentino.


O tumulto se instala, e a polícia chega para prender Noy que desce correndo e enlouquecido as escadarias e se joga no espelho d'agua o (hoje fosso ) continuando sua dança dessa vez jogando água para todos os lados. O show é interrompido e o argentino é retirado de cena, com uma confusão dos diabos se instalando por toda a Concha. Corre corre nos bastidores e Silvio Palmeira, produtor do show tenta resolver o impasse.
" O corre corre nas coxias foi comigo, tentando tirar e preservar o Fernando Noy, pois tanto a Baby como todos os outros Novos Baianos estavam ensandecidos. No final deu tudo certo"

Os Novos Baianos voltaram ao palco, dessa vez com Noy dançando com a banda e tudo terminou com a música : " besta é tu, besta é tu, se não viver esse mundo, porque não viver, não viver esse mundo.... Coisa da Concha.
Concha lotada, Caetano lançando o disco mais devolvido da história da MPB, o experimental Araçá Azul. Problemas de som começam ante uma platéia inquieta com a performance do artista e o experimentalismo do disco. Os assovios e os gritos de bicha e viado aparecem quando Caetano começa a requebrar com as mãos na cintura, tornando o clima mais tenso. Quando o artista começa a cantar " a volta da Asa Branca" meio que se jogando ao chão , novos problemas de som acontecem e a vaia surge ensurdecedora. Caetano irritado manda todos para a " puta que pariu" e jogando o microfone no chão libera o famoso "vá tomar no cú". A confusão se instala, a polícia é chamada e tudo termina na delegacia.Coisas da Concha. ( Este fato é relatado com minúcias pelo jornalista Jorge Ramos no livro Anos70Bahia ).
SERGIO SIQUEIRA
ANOS70BAHIA
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NÃO DUVIDO

 


NADA COMO UMA BOLA