domingo, 30 de junho de 2019

HOMENS MEDÍOCRES

ONDE ESTÁ A PRINCESA?

Onde está a princesa Haya, uma das seis esposas do emir do Dubai?

A princesa Haya, a sexta esposa do emir do Dubai, não é vista em público desde o dia 20 de maio. A imprensa alemã diz que fugiu para a Alemanha, onde pediu asilo. A britânica acrescenta que já está na Inglaterra. Não há confirmação oficial. Nem desmentido.
A imprensa alemã e britânica noticiam que a princesa Haya, a última das seis esposas do xeque Mohammed bin Rashid Maktoum, o emir do Dubai e vice-presidente e primeiro ministro dos Emirados Árabes Unidos (EAU), fugiu com os dois filhos, Jalila, de 11, e Zayed, de 7.
O casamento terá acabado e a princesa quer divorciar-se, por isso, fugiu dos Emirados Árabes Unidos para a Alemanha.
A informação é divulgada pelos media que noticiam a vida das celebridades, como o The Daily Mail e o The Sun (Inglaterra) e Bild (Alemanha), citando amigos e familiares da princesa Haya. O El País diz que fontes diplomáticas dos EAU não confirmam mas também não desmentem.
Haya bint Al Hussein - filha do falecido rei da Jordânia e meia-irmã do atual monarca, Abdullah - terá fugido para a Alemanha, onde requereu asilo, com a ajuda de um diplomata alemão. As autoridades alemãs receberam, também, um pedido de extradição do xeque Rashid Maktoum, pedido esse que recusaram.
A imprensa britânica refere que a princesa já se encontra em Londres, onde aliás estudou, e que fugiu com 35 milhões de euros para refazer a vida. A fortuna do xeque Maktoum está avaliada em quatro mil milhões de euros Tem seis esposas e mais de 20 filhos.

Falhou Ascot, onde era habitual

A última vez que a princesa Haya foi vista em público foi a 20 de maio. E, a semana passada, ao contrário do que era habitual, não apareceu na Royal Ascot, a famosa competição de hipismo de Inglaterra e onde tanto ela como o marido tinham cavalos a competir. Aliás, Rashid Maktoum recebeu prémios da mão da rainha Isabel II. E, desde fevereiro, que não surge nas redes sociais, onde era bastante ativa, como no Instangram.
Já Rashid Maktoum continua a postar conteúdos. E, diz o The Daily Mirror, um poema no instagram do emir do Dubai, que tem vários livros de poesia publicados, há um poema publicado a 10 de junho e que supostamente fala de traição: "Enganou a coisa mais preciosa", "Eu lhe dei confiança e espaço, o seu maior erro foi mentir". Não há confirmação de que foi o xeque a escrevê-lo.
Este caso faz lembrar uma situação semelhante, o ano passado, esta com a filha do emir do Dubai, Latifa Mohammed Maktoum, de 34 anos. Em março do ano passado, tentou fugir do Dubai, o que justificou, numa gravação em vídeo, por querer uma vida livre. Segundo os grupos de ativistas dos direitos humanos, o iate em que fugia foi intercetado na Índia, tendo a princesa sido obrigada a regressar ao Dubai.
No vídeo, divulgado muito depois, disse que ela e a sua família "não tinham liberdade de escolha" nas suas vidas. Também alegou ter sido presa durante três anos e torturada. As autoridades dos EAU negam e garantem que Latifa está em casa com família. O que não convenceu os ativistas, que pediram provas.
Em dezembro, o gabinete do Ministério das Relações Exteriores dos EAU enviou um relatório com imagens de Latifa ao lado de Mary Robinson, ex-Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos e ex-presidente da Irlanda, dizendo ter sido tiradas a 15 de dezembro no Dubai. Robinson confirmou, acrescentando que viu uma jovem perturbada e que esta estava a receber tratamentos médicos em casa. O encontro terá sido intermediado, precisamente por Haya, e a ex-dirigente da ONU foi acusada de apoiar Dubai.

Mulher moderna, multifacetada

Haya bint Al Hussein é apresentada no site oficial da cidade do Dubai, como "mulher de muitas facetas". "Esposa e mãe dedicada, ex-atleta olímpica, humanitária, embaixadora da paz da ONU (a primeira mulher árabe), ex-membro do Comité Olímpico Internacional (representou a Jordânia numa competição internacional com 13 anos e foi aos Jogos Olímpicos em 2000), ex-presidente da Federação Equestre Internacional e primeira mulher da Jordânia a ter uma licença para dirigir pesado camiões".
A nível da imprensa internacional tem sido apresentada como mulher moderna e que causou uma revolução na realeza árabe. Licenciou-se em Oxford, onde levava um estilo de vida completamente das princesas árabes, por exemplo, sempre se recusou a cobrir o rosto. Em solteira, também viveu na Alemanha - o que justifica ter ido para este país depois de sair do Dubai.
Quando casou com o xeque Maktoum, Haya apareceu desde o início nos eventos sociais, sobretudo no estrangeiro. E, desde logo, se dedicou a atividades humanitárias. Fundou a primeira ONG de assistência humanitária no Médio Oriente, a Tikyet Um Ali.
Haya, de 45 anos, conheceu Maktoum, de 68, na cidade espanhola de Jérez de la Frontera, durante os Jogos Equestres Mundiais de 2002. Casaram-se dois anos mais tarde, um casamento que a imprensa sublinhou ser por amor, comungando ambos da paixão pelos cavalos. Os órgãos de comunicação árabes referem-se a Haya como "a esposa jovem" do emir, classificando o casal de "par perfeito".
"A filantropia e os doces momentos familiares que partilham connosco, fazem do casal real do Dubai o nosso favorito. Sua alteza o xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum, e sua esposa, a princesa Haya bint Al Hussein, casaram-se em 2004, e ainda são claramente muito apaixonados", escrevia a Emirates Woman em outubro.

CUSTOU CARO, MAS VALEU!

Cartoonista dispensado após publicar desenho com Trump a jogar golfe ao pé de migrantes mortos

Um desenho de Trump a jogar golfe junto do pai e da sua bebé migrantes que morreram afogados junto a El Paso valeu o despedimento do autor antes de o seu trabalho ser publicado.
"Não sou o tipo de pessoa que quer fazer carreira por ser despedido e continuo a desenhar cartoons para outras publicações. Só preciso de recuperar o meu rendimento semanal e acostumar-me à ideia de que não tenho voz na minha província natal".
Esta foi a forma de Michael de Adder comentar o facto de ter sido dispensado do grupo Brunswick News (um grupo de media canadiano) por ser o autor de um desenho que não chegou a ser publicado e que mostrava o presidente dos EUA, Donald Trump, de taco de golfe na mão, e no chão Óscar e Valeria, pai e filha (esta de 23 meses) que morreram no passado domingo 23 de junho quando tentavam atravessar o rio Grande, que separa Ciudad Juárez (México) de El Paso (EUA). No desenho Trump questiona: "Importam-se que continue o jogo?".
O desenho foi publicado por Adder na sua conta da rede social Twitter a 26 de junho, mas nunca foi impresso num jornal.
"O que é mais doido, um cartoonista ser despedido de um jornal por causa de um cartoonque não desenhou ou um cartoonista ser despedido de um jornal por um cartoon que eles não publicaram?", questionou Michael de Adder no Twitter onde defende que, tecnicamente falando, não foi despedido porque não tinha qualquer contrato com os títulos em causa.
Segundo Wes Tyrell, presidente da Associação Canadiana de Cartoonistas citado pelo Daily Cartoon, o momento do despedimento de Michael Adder não terá sido "uma coincidência".
Durante este domingo, Adder, além de ter escrito que não quer ser visto como uma vítima e de chamar a atenção para o facto de em setembro ir publicar um livro com alguns dos seus cartoons, foi republicando alguns dos trabalho na sua conta do Twitter.

LGBT CONTRA BOLSONARO

SWEET GEORGIA BROWN



Jean "Django" Reinhardt (Liberchies23 de janeiro de 1910 — Fontainebleau16 de maio de 1953) foi um guitarrista de jazz francês nascido na Bélgica de etnia rom. Considerado um dos melhores e mais influentes guitarristas de todos os tempos, ele também influenciou vários músicos e inovou ao ajudar a criar o estilo gypsy jazz.
É tido como o pai do jazz na Europa, e também um dos primeiros músicos não negros nesse estilo musical. De ascendência cigana, Reinhardt nasceu na vila de Liberchies, no centro-sul da Bélgica, e acompanhou sua caravana até chegar aos arredores de Paris. Nessa cidade, começou a tocar banjo logo aos doze anos na vida noturna. Em sua primeira gravação conhecida (de 1928) ele toca o banjo.
 Após um incêndio no mesmo ano, ele perdeu a mobilidade de dois dedos da mão esquerda, o que o forçou a desenvolver uma técnica própria. 
Fez sucesso posteriormente com o Quintette du Hot Club de France; com o início da Segunda Guerra Mundial, o grupo se separou. 
Django faleceu em 1953, vítima de uma hemorragia cerebral.




Stéphane Grappelli

Filho do marquês Ernesto Grappelli e Anna Emilie Hanoque, foi encaminhado a um orfanato após a morte de sua mãe quando tinha apenas quatro anos e seu pai foi combater na Primeira Guerra Mundial.
Começou seus estudos de violino aos 12 anos de idade e estudou no Conservatório de Paris estudando piano, entre 1924 e 1928.
Fundou o Quintette du Hot Club de France com Django Reinhardt, que durou de 1934 até 1939.
Em 1940, Grappelli começou a sua parceria com o pianista inglês George Shearing e manteve colaborações com Django, esporadicamente até a sua morte em 1953.
Após a guerra ele aparece em centenas de gravações incluindo o pianista Oscar Peterson, o violinista Jean-Luc Ponty, vibrafonista Gary Burton, o cantor pop Paul Simon, o bandolinista David Grisman, o violinista clássico Yehudi Menuhin, o maestro André Previn, e o violinista Mark O'Connor
Também colaborou com o guitarrista britânico Diz Disley, gravando 13 álbuns com seu trio. Também colaborou com o renomado guitarrista britânico Martin Taylor. Em suas parcerias mundo afora, Grappelli também gravou com o ilustre Baden Powell. Tocou Violino na música Wish You Were Here, no álbum do mesmo nome, da banda britânica Pink Floyd, mas a música não foi aproveitada na edição final do álbum. Essa versão aparece no segundo CD do box Wish You Were Here - Immersion, lançado em 2011.


COITADO DO DOIS DE JULHO!




Em maio de 1992, notando a costumeira banalidade das decorações da prefeitura para o desfile do 2 de julho, resolvi, com minhas amigas e vizinhas Neguinha e Nerina, enfeitarmos a rua Direita de Santo Antônio desde a Igreja do Boqueirão até a Cruz do Pascoal confeccionando centenas de metros de bandeirinhas coloridas. Em paralelo organizei um concurso de decoração de fachadas, sacadas, janelas e portas. Os únicos prêmios eram troféus realizados pelo artista paulista Flávio Morais, então morador do mesmo bairro. O resultado foi tão impactante que a prefeitura (Lídice da Mata) resolveu, o ano seguinte, estender o concurso ao longo de todo o trajeto. Infelizmente - parece ser uma praga - quando os políticos interferem na cultura popular, é mais para descaracterização que para incentivo. A prefeitura inventou premiar em dinheiro, ocasionando mil brigas entre moradores. Nas gestões seguintes resolveram premiar pintando as fachadas... e demorando onze meses para concretizar o compromisso. Desisti de promover uma iniciativa pela qual eu era o responsável inicial. A participação popular foi caindo rapidamente. 25 anos passados pouco restava do entusiasmo inicial.
Agora recebo um panfleto da atual prefeitura que condiciona a premiação a uma série de ajustes de contas, entre outras com a Fazenda Federal, a Fazenda Municipal, o Tribunal Superior do Trabalho e... “Comprovante da conta corrente ou de poupança de titularidade do morador”!



É para rir ou para chorar de estupidez?

Dimitri Ganzelevitch
Salvador 28 de junho de 2019

sábado, 29 de junho de 2019

LER, ESCREVER, CONTAR, RESPEITAR...

 França volta ao básico na educação

Resgate das línguas clássicas no ensino está entre as novas prioridades do Governo francês


Exame de ensino médio em um instituto de Nantes (França).

A escola francesa – fábrica de cidadãos, motor da meritocracia e pilar histórico da identidade da Françarepublicana – volta ao básico. Ler, escrever, contar, respeitar. Estes são os fundamentos nos quais deverá se concentrar, de acordo com Jean-Michel Blanquer, ministro da Educação Nacional do Governo do presidente Emmanuel Macron. No ano e meio em que está no comando, Blanquer, que deu impulso à proibição de telefones celulares nas classes, também tem promovido o aprendizado de latim e grego.
"A principal questão da nossa época", diz ele em um encontro com EL PAÍS e outros meios de comunicação europeus, "é como este mundo cada vez mais tecnológico pode ser um mundo cada vez mais humano".
O reforço das línguas clássicas no ensino, progressivamente enfraquecido nos últimos anos, está entre as prioridades do Governo francês. Blanquer (Paris, 1964), um tecnocrata especialista em América Latina, que dirigiu a escola de negócios ESSEC, promoveu o aumento das horas de ensino nestas disciplinas opcionais, horários que as tornem mais acessíveis e um sistema de pontuação que lhes dá maior peso no ensino médio. Nenhuma dessas medidas é revolucionária. Não há planos, por exemplo, de tornar essas línguas obrigatórias, mas sim incentivar seu estudo a fim de reverter o declínio progressivo dos estudantes nos últimos 20 anos.
Na França, 12,25% dos alunos estudam latim e 0,85%, grego. Para o ministro, as línguas antigas representam mais que duas simples disciplinas. Para Blanquer, elas podem ser algo como as paredes principais do sistema. "Devemos estar atentos para que este novo mundo, caracterizado pela Internet e as novas tecnologias, não nos dê soluções enganosas. Quanto mais entramos neste mundo em que temos que saber programar, mais interessante é conhecer a história grega e latina", diz ele. "A aprendizagem do latim e do grego contribuem para o desenvolvimento da lógica, facilitam a aprendizagem de outras línguas e permitem estabelecer uma ligação entre diferentes conhecimentos".
Uma das críticas a Blanquer é que suas medidas são mais simbólicas do que profundas, uma política de gestos e mensagens. E é verdade que não propõe uma transformação radical do sistema educacional, mas sim uma soma de pequenas mudanças que, juntas, refletem uma abordagem centrista e muito macroniana: uma mistura de liberalismo com estatismo republicano; de senso comum ao modo tradicional com teorias inspiradas nas mais recentes inovações da neurociência.
Blanquer dividiu as classes dos primeiros anos do ensino básico nas zonas desfavorecidas, fixando um número máximo de alunos por sala, medida considerada chave para reduzir as desigualdades. Mas a principal medida foi a proibição dos celulares nas escolas de ensino básico e médio, até os 15 anos. “É uma mensagem para toda a sociedade”, diz Blanquer, porque “os pais devem administrar o mesmo problema em casa” e “é um vício que, infelizmente, não atinge apenas os adolescentes”.
Os sindicatos criticam o ministro pelo corte de postos de trabalho de professores, pela reforma do exame de bacharelado e pelas avaliações padronizadas dos alunos e das instituições. Na semana passada, ele enfrentou a primeira greve, que teve adesão limitada. Blanquer também é criticado por ter uma visão conservadora, em alguns aspectos antiquada, da educação, e por “reproduzir o funcionamento de uma economia e de um mundo que hoje estão esgotados", como escreveu recentemente, em uma coluna no jornal Le Monde, um grupo de professores e especialistas em educação. Os setores mais duros da direita o condenam por defender o ensino de árabe nas escolas públicas.
“O árabe é uma língua importante, assim como outros grandes idiomas da civilização, o russo e o chinês”, argumenta Blanquer. “Devemos questionar a maneira como se ensina essa língua hoje”, acrescenta, em referência às aulas de árabe em âmbitos religiosos − como as escolas corânicas −, onde se fomentam “desvios comunitaristas, muitas vezes fundamentalistas”. “Não podemos fingir que não vemos isso. E isso justifica ainda mais que este ensino ocorra na escola da República, onde está protegido das forças obscurantistas e pode ser ensinado sem conotações religiosas”, prossegue. “É uma das maneiras de lutar contra o fundamentalismo religioso.”
A França tem um instrumento particular de integração: a laicidade, cujos princípios estão definidos na lei de 1905 que estabelece a liberdade de culto e a neutralidade do Estado em relação às religiões. Às vezes isso também foi visto da forma oposta, como um instrumento de discriminação que impede a manifestação das particularidades de cada comunidade.
Foi devido à laicidade que se proibiu, em 2004, a ostentação de símbolos religiosos na escola. Para Blanquer, a laicidade é uma garantia da presença do Estado e dos valores republicanos na escola diante da “dissolução da autoridade, um laxismo que conduz à lei do mais forte”. “E em alguns bairros, a lei do mais forte é o fundamentalismo muçulmano”, acrescenta.
O problema da violência aflorou em outubro, quando foram divulgadas imagens de um aluno de 15 anos, em uma escola da periferia de Paris, apontando uma arma falsa contra sua professora. As imagens provocaram um debate sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. “Acima de tudo, queremos criar um contato entre as crianças e a polícia, para que as crianças se acostumem a ter uma visão positiva sobre o que é um policial”, diz o ministro. “Minha filosofia consiste em abrir a possibilidade, mas sem generalizar, como têm falado. Não se trata, de jeito nenhum, de militarizar a escola ou de torná-la policial.”

LA GUERRA CONTRA LAS DROGAS...

CHOMSKY: LA GUERRA CONTRA LAS DROGAS ES UNA FICCIÓN NARRADA PARA CONTROLAR A LA SOCIEDAD


EN CONFERENCIA EN LA UNAM, NOAM CHOMSKY DIJO QUE EL TLC ES UN ARMA DE EU PARA CONTROLAR A MÉXICO Y TRAZÓ BRILLANTEMENTE LA HISTORIA DE LA POLÍTICA EXPANSIONISTA DE SU PAÍS.

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Un llanero solitario en el yermo de la izquierda de Estados Unidos y probablemente el más lúcido bastión de la izquierda mundial visitó México para ofrecer una conferencia magistral en la UNAM.
Noam Chomsky deshebró "la realidad mundial unipolar" que ha construido taimadamente la estrategia política expansionista de Estados Unidos.
El lingüista y politólogo dijo que el TLC fue ideado como una arma para controlar a México en taller de desarrollo de estrategias para América Latina, celebrado en el Pentágono en 1990, propuesto como una forma de impedir los riesgos de una eventual democratización que osara desafiar a Estados Unidos. Esto se solucionó al imponer reformas neoliberales que ataran al gobierno mexicano. Al socavar la agricultura mexicana, que competiría con las grandes corporaciones estadounidenses subsidiadas, se crearía una migración hacia el norte, lo cual permitiría militarizar las fronteras.
(Similarmente el Proyect for the New American Century en en el año 2000 marcó los lineamientos a seguir para el gobierno de Bush, la invasión a Irak y el atentado a las Torres Gemelas).
Chomsky también habló sobre cómo Obama es un producto de mercadotecnia, tomando como referencia el hecho de que su campaña presidencial  superó a Apple como la mejor campaña promocional según la industria de la publicidad. "Las elecciones en Estados Unidos son montajes espectaculares (extravaganzas)", dijo Chomsky. Recordó además que los máximos donantes de la campaña de Obama fueron las instituciones finnacieras que luego rescató. Un guiño a Goldman Sachs, cuyos ex directivos son ahora los directivos de la economía de EU. "Los principales arquitectos de las políticas públicas no son los comerciantes y los fabricantes, sino las instituciones financieras y las corporaciones trasnacionales", dijo.
Curiosamente la definición de Mussolini de fascismo era la fusión del Estado con las empresas.
Por otro lado, Chomsky aseguró que la política expansionista de su país opera bajo las normas de la mafia que protege su territorio:
"Que alguien  logre desafiar al Amo puede volverse un virus que disemine el contagio, tomando prestado el término usado por Kissinger cuando se preparaba para derrocar el gobierno de Allende".
Chomsky incluso trazó el camino político del nuevo orden mundial:
"[...] las políticas se conforman muy cerca de las doctrinas del orden mundial formuladas por los planificadores estadounidenses de alto nivel durante la Segunda Guerra Mundial. A partir de 1939 reconocieron que, fuera cual fuese el resultado de la guerra, Estados Unidos se convertiría en una potencia global y desplazaría a Gran Bretaña".
Con su característica inteligencia penetrante, desenmascaró "la ficción de la guerra contra las drogas" como una agenda oculta para crear un nuevo enemigo necesario. Justo cuando caía el muro de Berlín y el enemigo del comunismo se desinflaba, Estados Unidos invadía Panamá. Bajo el nuevo mapa geopolítico se hizo necesario "contar con un nuevo pretexto, y este llegó rápido: la amenaza de narcotraficantes de origen latino", lo cual permitió incrementar la intervención policiaca tanto al interior de Estados Unidos como en el resto del mundo (Afganistán, Colombia, México).
(Ya en la década de los 50 el escritor beat William Burroughs había percibido la utilización de la guerra de las drogas para crear una sociedad de control, un Estado policial).
"El hecho de que se privilegien consistentemente los métodos menos eficaces y más costosos sobre los mejores es suficiente para mostrarnos que los objetivos de la guerra contra las drogas no son los que se anuncian".
"El entrenamiento de oficiales latinoamericanos se ha incrementado abruptamente en los últimos 10 años, mucho más allá de los niveles de la guerra fría. El pretexto es la guerra contra las drogas".
(Quien quiera investigar más sobre este tema debería de buscar el trabajo de George H. W. Bush como director de la CIA y su relación con el opio en Afganistán).
Chomsky advierte que Estados Unidos busca montar una base en Palanquero, Colombia, desde donde podría monitorear todo el sur del continente americano.
La única alternativa optimista que ve Chomsky ante esta macabra elucubración de dominación planetaria es la formación de movimientos populares independientes que desafíen la visión unipolar del mundo. O, en términos de Hakim Bey, comunidades intencionales de resistencia (utopías neopiratas).
Recomendamos a nuestros lectores consultar el texto completo de Chomsky en el periódico mexicano La Jornada.

UM GAROTO MUITO ESPECIAL

GAROTO DE 13 ANOS TEM SUA PRÓPRIA PADARIA E DOA DOCES PARA SEM-TETOS

Michael Platt começou o negócio para unir suas paixões por ajudar as pessoas e produzir guloseimas

Michael Platt, criador da padaria Michaels Desserts (Foto: Reprodução)

O jovem americano Michael Platt, 13 anos, tem duas grandes paixões. Uma delas é cozinhar e criar receitas de doces. A outra, ajudar pessoas e combater problemas como a fome.

Há dois anos, ele uniu as duas coisas em um negócio. A "Michaels Desserts" é uma padaria que, a cada doce vendido, doa outro para uma pessoa desabrigada.
A ideia surgiu há três anos, quando ele ganhou um par de sapatos da TOMS. A marca adota um modelo de doação desse tipo e inspirou vários projetos semelhantes por todo o mundo.
Cupcake da padaria Michaels Desserts (Foto: Reprodução)
Com apenas 11 anos e contando com o apoio dos pais, ele deu início ao negócio. A cozinha funciona em sua própria casa, localizada na cidade de Bowie, no estado de Maryland.
Cupcakes, cookies e até bolos de casamento estão entre os seus produtos. Duas vezes por mês, ele leva os doces para uma instituição que atende pessoas sem-teto.
Michael Platt, criador da padaria Michaels Desserts (Foto: Reprodução)
Michael diz que o que ele mais gosta de fazer é entregar cupcakes para crianças. "Cupcakes fazem parte da infância de uma criança, então elas deveriam recebê-los", contou ele ao jornal The Washington Post.
Hoje, o garoto vende cerca de 75 cupcakes por mês, além dos outros doces. Ele também recebe encomendas para eventos, como aniversários ou casamentos. A maioria dos pedidos é feita pelo Facebook.
Michael Platt, criador da padaria Michaels Desserts (Foto: Reprodução)
Outra forma de caridade que ele encontrou foi ministrar cursos e destinar a renda obtida a organizações. "Eu sempre quis ter um propósito para o que eu faço", diz ele.
A cada mês, Michael homenageia, com receitas especiais, diferentes figuras ligadas a causas sociais. O pastor e ativista Martin Luther King Jr. é uma de suas principais inspirações. 
Ao jornal, ele admite que às vezes fica cansado de tanto trabalhar na cozinha. Mas diz reencontrar o ânimo e a inspiração quando pensa em pessoas que já impactou com as doações.