quinta-feira, 10 de setembro de 2026

SEMPRE LIVRE

 



UM PALESTINO


https://www.instagram.com/reel/DS9rzI4jYeV/


Omar M. Yaghi  - nascido em 9 de fevereiro de 1965) - é professor de Química da cadeira James and Neeltje Tretter da Universidade da Califórnia, Berkeley, e membro eleito da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. 

Ele foi laureado com o Prêmio Nobel de Química de 2025 pelo desenvolvimento de estruturas metalorgânicas.

Infância e educação

Yaghi nasceu em Amã, Jordânia, em 1965, em uma família de refugiados. originalmente da Palestina. Ele cresceu em uma casa com muitos filhos, mas tinha acesso limitado a água potável e eletricidade. 

Aos 15 anos, mudou-se para os Estados Unidos com o incentivo de seu pai. Embora ele soubesse pouco inglês, ele começou a estudar no Hudson Valley Community College e, mais tarde, se transferiu para a University at Albany, SUNY, para terminar seu curso universitário. 

Começou seus estudos de graduação na Universidade de Illinois, Urbana-Champaign e recebeu seu PhD em 1990 sob a orientação de Walter G. Klemperer. 

Ele foi um pós-doutorado da National Science Foundation na Harvard University (1990–1992) com o professor Richard H. Holm.

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NÁDIA TAQUARY

 


Confesso nãio ser muito fã das escuilturas de bronze da baiana Nádia Taquary. Prefiro, de longe, seu trabalho mais ... manual (?)
Mas está árvore, apresentada na última Bienal de São paulo, é simplesmente arre\batadora.

UMA PERGUNTA

 



MORADIAS POPULARES.
Não existe soluções mais humanas, mais sedutoras para construir casas para gente modesta?
Esta gente não tem direito ao mínimo de beleza?
Parece haver uma detrminação em manter o povo na ignorância e miséria intelectual.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

A MÁQUINA DO ZÉ

 



A ESCRAVIDÃO QUE VEM DA ÁFRICA

 

Força-tarefa resgata trabalhadores africanos em condições análogas às de escravo no Triângulo Mineiro

Grupo de 44 trabalhadores, entre brasileiros e africanos, laborava na colheita de batata; verbas rescisórias e indenizações individuais e coletivas somam R$ 888 mil

UM MURO GIGANTESCO

 

Imagem do Dia: muro gigantesco avança por centenas de quilômetros e materializa uma das divisões mais controversas do planeta

A imagem do dia desta sexta-feira (28) mostra um trecho da barreira construída por Israel na Cisjordânia

Imagem do dia

A construção começou no início dos anos 2000, durante a Segunda Intifada/Wikimidia Commons

Uma sequência de enormes placas de concreto avança pela paisagem e parece desaparecer no horizonte. A estrutura chama atenção pelo tamanho, mas também carrega uma história marcada por décadas de conflitos e disputas territoriais.

A imagem do dia desta terça-feira (8) mostra um trecho da barreira construída por Israel na Cisjordânia. Dependendo da região, a estrutura assume diferentes formas. Em alguns pontos, existem cercas, 

estradas
de patrulhamento e outros obstáculos. Em áreas urbanas, porém, surgem grandes muros de concreto como o registrado na fotografia.

A construção começou no início dos anos 2000, durante a Segunda Intifada. Israel afirma que a barreira foi criada por razões de segurança e para impedir a entrada de autores de atentados em seu território.

Entretanto, a estrutura se tornou alvo de forte controvérsia internacional. Isso acontece, entre outros motivos, porque partes de seu trajeto avançam para dentro da Cisjordânia, em vez de acompanhar integralmente a Linha Verde, referência associada às fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Além disso, a barreira interfere diretamente na 

vida
de comunidades palestinas. Dependendo da localização, moradores precisam atravessar postos de controle ou utilizar acessos específicos para chegar a áreas de trabalho, propriedades agrícolas, escolas, serviços e outras localidades.

A questão também chegou à Corte Internacional de Justiça. Em pareceres sobre o tema, o tribunal considerou contrárias ao direito internacional partes da construção e do regime associado à barreira no território palestino ocupado. Israel, por sua vez, historicamente sustenta que a estrutura possui finalidade de segurança.

Por isso, o enorme muro da fotografia representa muito mais do que uma obra de engenharia. Ele se tornou um dos elementos físicos mais reconhecíveis do conflito israelense-palestino e continua associado às profundas divergências políticas, territoriais e humanitárias da região.

Por fim, a imagem registra uma estrutura capaz de transformar completamente a paisagem. Com enormes placas de concreto alinhadas por longos trechos, a barreira materializa no terreno uma divisão que permanece no centro de um dos conflitos mais complexos do mundo.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

PARROT FORTRESS

 




A ASCENSÃO DO REPOLHO

A ascensão de um simples repolho: como uma relíquia imperial se tornou um dos tesouros mais emblemáticos

 da Cidade Proibida e agora está em Taiwan

Obra de arte tem apenas 18 centímetros de altura e atrai milhões de visitantes todos os anos

A “Mona Lisa” do Louvre, a Pedra de Roseta do Museu Britânico, “A Noite Estrelada” de Van Gogh do MoMA. Todos os grandes museus costumam ter um item imperdível que, por si só, atrai visitantes do mundo todo. Mas em Taiwan, o grande tesouro milenar da região é um simples repolho.

Exposta no National Palace Museum, na capital Taipei, a escultura de jadeíta branca e verde brilha como se tivesse sido colhida recentemente do campo. Dois gafanhotos espreitam nas folhas, esculpidas com base nas imperfeições naturais do material para criar a sensação de realismo ao longo dos talos.

O repolho tem apenas 18 centímetros de altura, mas é tão popular que ocupa uma sala de exposições própria. Além disso, a popularidade do repolho muitas vezes faz com que ele seja considerado um "tesouro nacional" de Taiwan, embora a escultura não seja oficialmente designada como tal. 

Origem do repolho de Taiwan

O repolho de jadeíta, assim como a maior parte da coleção do National Palace Museum, é uma relíquia imperial que outrora esteve na Cidade Proibida, em Pequim, na China, antes de ser transferida para Taiwan durante a Guerra Civil Chinesa.

Hsu Ya-hwei, professora de história da arte na Universidade Nacional de Taiwan, diz que, possivelmente, a escultura parte de um dote pago ao Imperador Guangxu da China por uma consorte na década de 1880. O artefato também é associado à pureza feminina, fertilidade e abundância.

Embora alguns historiadores tenham questionado a crença antiga de que o gafanhoto e o grilo representam crianças — e se o item era de fato um presente de dote — a ideia, no entanto, cativou a imaginação das pessoas, acrescentou Hsu.

Apesar da popularidade do repolho de jadeíta entre o público, alguns historiadores de arte e curadores de museus permanecem indiferentes quanto a sua origem. Para olhos treinados, ele apresenta qualidade semelhante a muitas outras esculturas realistas em jade, bastante comuns durante a dinastia Qing.

Os pesquisadores também afirmam que a falta de registros escritos sobre o artefato — incluindo informações sobre quem o encomendou, fabricou e possuía — deixa o contexto histórico do item em grande parte desconhecido.

“Data do final do século XIX. Mas é um exemplo perfeito da mais alta qualidade artística que se pode alcançar com jade”, disse Ondřej Crhák, curador de uma exposição na República Tcheca que recebeu o repolho emprestado em 2014, à Rádio Praga Internacional na época, classificando o empréstimo como “uma oportunidade rara”.

ISAAC E NORA

 




Quem são Isaac et Nora?
  • A dupla: Irmãos franceses (nascidos na região de Bretanha) que viralizaram na internet cantando clássicos da música latino-americana.
  • Acompanhamento: Cantam versões acústicas guiados pelo pai, Nicolás (violão).
  • Estilo: Ficou conhecido mundialmente a partir de vídeos gravados na sala de casa, acumulando milhões de visualizações e seguidores nas redes sociais.
  • Turnês: Já realizaram apresentações internacionais de grande repercussão, incluindo passagens de destaque pelo Brasil.