segunda-feira, 15 de abril de 2019
sábado, 13 de abril de 2019
QUE DELÍCIA
DE MOMENTO DE TEATRO!

SÃO AS 21:30 DESTE SÁBADO 13 DE ABRIL DE 2019
ACABO DE SAIR, ABSOLUTAMENTE ENCANTADO, DE UM MOMENTO DE TEATRO MUITO ESPECIAL.
"SONHOS DE UMA NOITE DE VERÃO NA BAHIA" TINHA TUDO PARA EU DESCONFIAR. JÁ VI SHAKESPEARE ADAPTADO, TRANSFORMADO, DESMONTADO E REMONTADO, REVISITADO E RE-LIDO, DE ROMEU E JULIETA A HAMLET..
RARAMENTE SAI CONVENCIDO.
MAS DESTA VEZ O JOÃO FALCÃO ME CONVENCEU.
DINÂMICA, FIGURINOS, TRABALHO DE VOZ E EXPRESSÃO CORPORAL, LUZ E MÚSICOS SÃO O TRAMPOLIM PERFEITO QUE PERMITE AO ELENCO EXTERIORIZAR TODO SEU POTENCIAL.
SEM FOLCLORE, SEM CLICHÉS NEM HUMOR DUVIDOSO.
GOSTEI DE TANTOS ATORES E ATRIZES QUE PREFIRO NÃO CITAR NENHUM.
MAS CONFESSO SER DIFÍCIL DEIXAR NA SOMBRA VÁRIOS DELES, CUJO FUTURO,
MINHA BOLA DE CRISTAL DEIXOU CLARO, SERÁ BRILHANTE.
PARECE QUE O PATROCÍNIO TERMINA NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA.
UMA PERGUNTA: NÃO SERIA O CASO DA PREFEITURA ASSUMIR O PAPEL DE MECENAS PARA QUE TÃO BELA PRODUÇÃO NÃO ACABE TÃO CEDO?
SAIRIA BEM MAIS BARATO QUE MEIA-DÚZIA DE OUTDOORS E PROPAGANDA NOS CANAIS DE TELEVISÃO.
E MUITO MAIS CONVINCENTE PARA O PREFEITO DE SALVADOR, NUMA TERRA CUJOS EDIS TÃO POUCO SE PREOCUPAM COM CULTURA...
UMA RESTAURAÇÃO MAGISTRAL

Vá para trás das cenas com a equipe de conservadores no dion e obtenha um fascinante vislumbre da restauração de uma das mais emocionantes descobertas arqueológicas no site, o mosaico da " Villa de Dionísio." do rigoroso processo de desapego à obra. Desafios de transporte, reparação e conservação, os resultados vão surpreendê-lo. O mosaico foi restaurado com o apoio da Fundação Onassis.
TURISMO FUNERÁRIO
Após denunciar laranjal do PSL, deputada diz que ministro do Turismo a ameaçou de morte

Primeira correligionária a relatar a existência de um esquema de candidaturas laranjas do PSL em Minas Gerais, a deputada federal Alê Silva revela ter recebido a informação de que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a ameaçou de morte em uma reunião com outros membros do partido, no final de março, na capital Belo Horizonte. A revelação da parlamentar foi feita em entrevista à Folha de S. Paulo, mas ela prestou depoimento espontâneo à Polícia Federal (PF) em Brasília, nessa quarta-feira (10).
"É pesado [o relato que recebeu]. Acredito que foi uma ameaça contra minha vida e a vida da minha família. De que minha vida correria risco, se eu levasse adiante isso. Sabia que iria correr esse risco, estou pagando o preço, mas não ia aceitar ficar submissa às ordens de pessoas que agem de forma que eu condeno, desviando recursos públicos", ressalta a deputada, que pediu proteção policial. Ela conta que ouviu o relato no último dia 1º, em seu escritório político de Ipatinga, na região do Vale do Aço, em Minas.
De acordo com a parlamentar, um político do PSL do estado, que teria se reunido com o ministro no fim de semana anterior, foi de carro até sua cidade para relatar o ocorrido pessoalmente e não por telefone. "Ele disse para eu parar, esquecer esse assunto, não levar isso adiante porque senão a minha vida e a da minha família correria risco", contou. "Essa pessoa me disse que ele falou assim: 'Eu vou parar a minha vida para acabar com a vida dela'".
Além disso, Alê relata que está sofrendo retaliações por parte do ministro, pois soube por colegas que ele "rasgou" as indicações que ela fez para a composição de comissões estaduais do partido em cidades mineiras.
Mas ela não é a única que se sentiu ameaçada diante da situação. Segundo informações da Folha de S. Paulo, uma das denunciantes já ouvidas é Cleuzenir Barbosa, que foi candidata a deputada estadual. Ela lembra que se sentiu ameaçada em reunião com um assessor de Álvaro Antônio porque teria colocado uma arma sobre a mesa durante a conversa.
Segundo informações do jornal, o ministro nega ter feito ameaças e diz que Alê faz campanha difamatória contra ele, a fim de obter espaço no diretório estadual do partido — na época da eleição, ele era o presidente da sigla em Minas Gerais. Além disso, desde que o caso do laranjal foi divulgado pelo jornal, no início de fevereiro, o ministro nega as acusações, investigada pelas Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público de Minas.
Para ele, a deputada age dessa forma, pois se sentiu prejudicada com sua ida para o ministério, o que levou o suplente Enéias Reis para sua vaga na Câmara. "Esse fato garante ao agora deputado Enéias Reis a prerrogativa de indicar a comissão do PSL nesses municípios, inclusive na terra natal dela, Coronel Fabriciano, e tira da deputada esse poder”, disse o ministro, acrescentando: “É incompreensível que uma briga partidária municipal fique ganhando espaço na mídia nacional e, o pior, criando factoides e dando desnecessário trabalho a instituições sérias, ocupadas e comprometidas, como é a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça".
De fato, a Folha fez uma série de reportagens em que aponta que Álvaro Antônio teria patrocinado um esquema de candidaturas de mulheres que receberam altas quantias do partido, porém não deixaram qualquer sinal de campanha. De acordo com o jornal, parte desse dinheiro foi parar em empresas ligadas a assessores de seu gabinete na Câmara Federal, onde ele exercia seu mandato como deputado desde 2008.
Alê disse ao jornal que descobriu o esquema após a eleição, com base em relatos de políticos do partido no estado e de pesquisa nos dados da prestação de contas das candidatas que eram apontadas como de fachada.
Ela, então, encaminhou todo o material colhido para a Associação Patriotas em Foco, de sua cidade — ela mora em Coronel Fabriciano, também no Vale do Aço —, e a entidade fez uma representação ao Ministério Público, isso ainda antes da primeira reportagem da Folha ir ao ar.
"Prometi na vida pública combater a corrupção e jamais iria me calar diante do surgimento de um foco de corrupção tão perto de mim. Senti-me na obrigação de levar os fatos ao conhecimento do Ministério Público. No início me mantive em silêncio por receio da reação dos envolvidos. Agora vieram sérias ameaças, que se concretizaram através de interlocutores do ministro", afirma.
Até o momento, quatro candidatas do partido em Minas afirmaram aos investigadores que foram usadas ou receberam propostas para serem laranjas. Outras quatro são investigadas sob suspeita de participação no esquema. Com isso, a PF vê indícios de participação de Álvaro Antônio na fraude.
Alê acredita, no entanto, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tenha conhecimento. "Não acredito em envolvimento do Bolsonaro em tudo isso. Acredito que ele foi tão vítima como eu. Foi e está sendo tão vítima como eu por ter acreditado na pessoa errada", defende. O presidente diz que decidirá sobre a permanência ou não do ministro quando a investigação chegar ao fim.
O W É AINDA PIOR QUE O B!
Atriz é parada em blitz e ouve de PM: “Sua profissão é suspeita, atores usam drogas”
Kika Kalache, ex-Globo e atualmente na Record, denunciou ação policial: “Vocês são suspeitos e isso são ordens do governador (Wilson Witzel)”, disse policial

A atriz Kika Kalache, ex-Rede Globo e atualmente na TV Record, onde atua na novela “Jesus”, denunciou que foi vítima de uma ação arbitrária por parte da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Ela foi parada em uma blitz, na noite desta quinta-feira (11), no Leblon, quando voltava de um jantar com o marido.
Kika afirmou que ficou surpresa com a justificativa de um policial para revistar seu veículo. De acordo com a atriz, o PM a reconheceu e afirmou que a profissão de Kika é “suspeita”, porque “atores usam drogas”.
“Parei o carro e perguntei o que estava acontecendo. Ele disse que era uma blitz para procurar armas e drogas. Ri e perguntei: ‘tenho cara de suspeita?’. Ele respondeu: ‘a sua profissão é suspeita, atores usam drogas. Já parei um ator aqui hoje e ele estava com maconha. Vou ter que revistar tudo. Vocês são suspeitos e isso são ordens do governador (Wilson Witzel)’”, revelou a atriz, em entrevista ao Extra.
O carro e seus objetos pessoais acabaram revistados e, em seguida, Kika foi liberada. “O PM começou a revistar minha bolsa, a maquiagem, a checar tudo. Olhou com lanterna, olhou a mala inteira. Aí, disse: ‘a senhora não tem nada, agora vai”’.
Estado de choque
A atriz declarou que ainda está em estado de choque. “Pode ser uma maluquice daquele policial, mas a sensação que dá é que vai ser assim: revistem negros, surfistas, possíveis marginais, artistas, músicos. Achei isso, em 2019, muito assustador, muito significativo. Me deu medo, sabe? Vão criminalizar a gente assim?”, perguntou.
Por meio de nota, o comandante do 23º BPM diz que “não compactua com qualquer desvio de conduta de seus policiais e que vai identificar o policial, ouvi-lo e, a partir daí, tomar as providências cabíveis”.
ESTADO CALAMITOSO
MERVAL PEREIRA

A cidade está abandonada, dominada pela bandidagem. O Estado vive uma calamidade permanente, há anos. Não é possível que dois prédios de quatro andares sejam erguidos sem que o poder público fiscalize. Não apenas em Muzema, mas em várias localidades da cidade, anos após anos reportagens mostram o crescimento vertical de comunidades como a Rocinha. Somos um espelho do que acontece no Brasil todo, onde os milicianos já estão presentes disputando espaço com os traficantes e outros criminosos.
Formadas por militares da ativa e da reserva, têm ligações com as policias locais e trabalham as informações internas que recebem para se manterem longe do alcance da lei. Não se deve falar de omissão, mas de cumplicidade dos diversos órgãos governamentais, pois só assim pode ser explicado o fracasso de seguidos governos estaduais em controlar as milícias e suas ações.
Os governos falharam redondamente no combate ao crime organizado, e a recente tragédia do fuzilamento de um músico por militares é consequência disso. As UPPs, que eram parte de um projeto que deu certo durante algum tempo, foram desperdiçadas pela politicagem do governador Sérgio Cabral, que, para eleger Pezão seu sucessor, espalhou UPPs indiscriminadamente pela cidade, perdendo a capacidade técnica de eficiência.
A cada ano as milícias ficam mais poderosas no Estado do Rio, disputando com o tráfico de drogas o comando de territórios. Milicianos tomam conta de espaços urbanos para construir prédios ilegais, e vendem serviços como distribuição de gás, gatonet, gambiarras de distribuição de luz e água, sem que os órgãos públicos tentem barrar suas ações.
Empreendimentos imobiliários são o mais lucrativo empreendimento das milícias atualmente, uma atividade que vem crescendo de cinco anos para cá. São prédios sem habite-se, sem escrituras, o poder público não fiscaliza as construções claramente clandestinas, sem segurança para os que os compram.
Esta é uma pratica institucionalizada no Rio, como era com os bicheiros. A ciclovia na Avenida Niemeyer que já desabou três vezes é exemplar desse estado de incúria que domina a cidade. E agora temos um prefeito completamente inoperante, que acha corriqueiro o que aconteceu na cidade devido às fortes chuvas do início da semana.
Estamos com uma cidade e o Estado sem perspectiva, que foram saqueados durante anos por um bando de ladrões. Se pegarmos os vários governadores e prefeitos eleitos recentemente, veremos que ou estão na cadeia, ou já estiveram por lá, ou estão envolvidos em crimes de caixa 2 que geram desleixo, incúria, superfaturamento, obras sem o menor controle de qualidade. Raros são os que escaparam ilesos.
Tudo indica que a relação do crime organizado com a política foi exacerbada no Rio nos últimos tempos, chegando a um ponto de maior de gravidade com o envolvimento da família Bolsonaro com milicianos. Flavio, o 01, deu medalhas a dois policiais depois presos por serem milicianos, e, para ajudar um deles, deu emprego à mãe e à filha no seu gabinete, a pedido de seu assessor Fabrício Queiroz.
Já fizera, por sinal, vários discursos a favor de milicianos, que definiu como organizações que atuam com base em técnicas militares e “ajudam a combater” o crime, como se não fossem criminosos. O presidente, Jair Bolsonaro também já fizera discurso na Câmara dos Deputados defendendo o papel das milícias.
A família de Queiroz tem vans ilegais em Rio das Pedras, comunidade controlada pelas milícias onde se escondeu no período mais agudo da crise em que se envolveu. O crime organizado domina comunidades pobres, subjugando cerca de 1,7 milhão de pessoas, e em decorrência natural da dominação de territórios, controla votos em regiões do Estado e ganha condições de fazer indicações para cargos, inclusive os responsáveis por delegacias policiais ou comandantes de batalhões da Polícia Militar, prática retomada pelo atual governador Wilson Witzel.
O caso da investigação do assassinato da vereadora Marielle é exemplar. Quando o ministro da Segurança Pública, Raul Jungman, combinou com Raquel Dodge que a Polícia Federal entraria no caso, houve reação. Hoje a Polícia Federal, que faz uma investigação paralela, tem indicações fortes de que a corrupção de policiais atrapalhou as investigações, que cada vez mais incrimina milicianos na sua execução e planejamento.
O DESASTRE QUOTIDIANO


Ingerência de Bolsonaro custa R$ 32,4 bi à Petrobras e afeta Ibovespa
Por Juliana Machado e Ana Carolina Neira
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