ANGÉLIQUE KIDJO Nasceu em uma pequena cidade portuária na costa de Benim (à época, Daomé). Seu pai pertencia aos fons - à tribo Petá, de Uidá; sua mãe, ao iorubás. Angélique cresceu com oito irmãos e irmãs, em um ambiente altamente criativo. Sua mãe, Yvonne, era uma famosa coreógrafa e diretora teatral que dirigia o seu próprio negócio.
Quanto a seu pai, Franck, quando não estava trabalhando no correio local, dedicava-se aos seus hobbies: fotografia e o banjo. Angélique esteve em contato com uma grande variedade de culturas e tradições musicais desde sua infância e, seus pais, a incentivaram a aprender outros idiomas. Sua língua materna é o fon, mas ela fala várias outras línguas.
Primeiros Passos
Seguindo os passos da família Kidjo, Angélique começou a cantar e dançar com sua mãe em teatro desde os 6 anos de idade. A jovem prodígio acompanhava a troupe em todas as suas extensas turnês pela África Ocidental e, aos 9 anos, já tinha conquistado excelente reputação.
Angélique abandonou a sua breve carreira teatral, retornando para a sala de aula aos 9 anos. Dois anos mais tarde interrompe novamente os estudos para se juntar a seus irmãos formando o Kidjo Brothers Band.
Trabalhando com os irmãos, Angélique viu não só uma forma de viver experiências novas, como também de conhecer um novo tipo de música. Seu irmão a apresenta ao rhythm'n'blues, ensinando-a a cantar o soul afro-americano, pelo qual Angélique logo desenvolveu uma verdadeira paixão, aprendendo com James Brown.
Na adolescência Angélique Kidjo já era uma estrela em sua região. Seu carisma e a sua voz excepcional atraíam grande quantidade de fãs. Em torno dos 15 anos, Angélique começa a concentrar-se em suas próprias composições, inspirando-se no seu maior ídolo - a cantora sul-africana Miriam Makeba.
Angélique formou a sua própria banda no Liceu, e começou a executar apresentações em sua região. Seu grupo era conhecido como Les Sphinx. A primeira grande experiência de Angélique veio em 1979, quando uma rádio local convidou-a para cantar uma de suas canções em um show diurno. Angélique, então militante antiapartheid, optou por cantar uma das músicas que tinha recentemente escrito sobre Winnie Mandela e a luta política na África do Sul.
COMENTÁRIO DO BLOGUEIRO.- Esteve por três vezes em Salvador, e por duas vezes se hospedou em uma casa do bairro de Santo Antônio.
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