sexta-feira, 30 de março de 2018

OS DELICIOSOS SEGREDOS

DO CENTRO HISTÓRICO DE SALVADOR



ONTEM, QUINTA-FEIRA 29, ÚLTIMO JANTAR 
do Alexandre Nardoni 
antes das ferias anuais 
na linda Pousada do Boqueirão. 


Mais italiana, impossível. 


Mais delicioso, também impossível.



Casa cheia, como sempre.
  


BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Resultado de imagem para FOTOS DA LÍNGUA PORTUGUESA



A ESTRANHA BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA


Este texto é dos melhores registos de língua portuguesa que eu tenho lido sobre a nossa digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira.

Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:

- Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu:

- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.

De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e 'atira':

- Senhor postulante, aspirante ou candidato: (hic) o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro num estado etílico, alcoolizado ou mamado (hic), não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasca (hic). E com todo a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece (hic)pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) os seus haveres, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe biológica ou à puta que o pariu!

CÃO SEM PLUMA

O TEATRO CASTRO ALVES APRESENTOU, EM MEARES DE MARÇO, O ÚLTIMO TRABALHO DE DEBORAH COLKER.
TRATA-SE, SEM DÚVIDA ALGUMA DE UMA DAS MELHORES COMPANHIAS DE DANÇA CONTEMPORÂNEA DO MUNDO E ESTA MONTAGEM É INOVADORA EM VÁRIOS ASPECTOS.




VOCÊ PENSOU QUE SERIA CLÁUDIA LEITTTTE?

POIS ERROU FEIO!


Bolsonaro diz que Alexandre Frota será seu ministro da Cultura

O candidato do PSL à presidência da República foi recebido por uma multidão entusiasmada durante a sua chega a Curitiba


jair-bolsonaro

De brincadeira ou não, Jair Bolsonaro disse que o ator Alexandre Frota será seu ministro da Cultura, caso, obviamente, ele seja o futuro presidente da República.
O candidato do PSL foi recebido por uma multidão eufórica na sua chegada a Curitiba. 
Veja o que ele disse sobre Lula:
"Eu quero Lula em cana, já que ele gosta tanto de uma caninha. É o estilo dele". 
"Ele quis transformar o Brasil em um galinheiro, e está colhendo ovos pelo Brasil inteiro".
"Vão levar um cruzado da direita em outubro".

PÁSCOA OU 1° DE ABRIL?

Estação espacial chinesa 

pode cair sobre o Brasil 

no feriado de Páscoa

Detritos maiores da Tiangong-1 podem chegar intactos à superfície (Foto: Reprodução)

Neste exato momento, a cerca de 200 quilômetros de altura, uma estação espacial chinesa espirala sem rumo em direção à Terra. Lançada em 2011, a Tiangong-1 está desabitada desde 2013 e desgovernada desde 2016. Agências espaciais e órgãos especializados do mundo todo afirmam que o primeiro “palácio celestial” da China vive seus últimos momentos em órbita — e que deve cair de vez nos próximos dias.
De acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), a reentrada na atmosfera deve ocorrer entre os dias 30 de março e 2 de abril. Uma inesperada coincidência com o feriado de Páscoa. Já para a Aeroespace Corporation, organização que fornece análises técnicas à Força Aérea dos EUA, a previsão é 1º de abril, com dois dias para mais ou para menos.

LULA VAI PROCESSAR A NETFLIX?

CancelaNetflix: a batalha entre a esquerda e a direita chegou ao streaming

Dilma Rousseff diz que a série O Mecanismo, baseada na Operação Lava-Jato, é "uma visão distorcida da história, com tons típicos do fascismo latente no país". E Lula da Silva promete "processar a Netflix".

Resultado de imagem para FOTOS DE Arthur Kohl
O actor Arthur Khol encarna João Higino, inspirado em Lula da Silva DR
Um ex-Presidente chamado João Higino, mas com barba e trejeitos de Lula da Silva; uma Presidenta chamada Janete, último nome Ruscov; e um vice-presidente Thames, primeiro nome Samuel, que rima com Michel, são algumas das peças pouco subtis com que o realizador brasileiro José Padilha montou um puzzle televisivo intitulado O Mecanismo. A série, "inspirada levemente em factos reais" sobre a Operação Lava-Jato, chegou à Netflix há uma semana, e bastaram algumas horas para que o debate no país seguisse noutra direcção: cancelar ou não cancelar a conta no serviço de streaming?
O movimento #CancelaNetflix e #BoicoteNetflix, no Twitter, já provocou acesas discussões no Brasil, nos jornais e nas redes sociais, de um modo geral divididas por dois campos ideológicos: a esquerda quer cancelar, a direita quer fazer pipocas e ver os oito episódios da série sem parar.
A questão é tão sensível que motivou uma tomada de posição de Dilma Rousseff. Num texto no seu site, a antiga Presidente do Brasil, destituída em 2016, chama à série O Mecanismo "uma visão distorcida da história, com tons típicos do fascismo latente no país".
"A propósito de contar a história da Lava-Jato, numa série 'baseada em factos reais', o cineasta José Padilha incorre na distorção da realidade e na propagação de mentiras de toda sorte para atacar a mim e ao Presidente Lula", diz Rousseff, acusando o realizador de "inventar factos". "Não reproduz fake news. Ele próprio tornou-se um criador de notícias falsas."
E dá exemplos. A série sugere que o escândalo do Banestado (sobre o envio ilegal de 19 mil milhões de dólares para os EUA por políticos e empresários através do sistema financeiro público do Brasil) aconteceu em 2003, no início do primeiro mandato de Lula da Silva, mas o caso rebentou em 1996, durante a Presidência de Fernando Henrique Cardoso.
Acusando Padilha de praticar "assassinato de reputações", Rousseff salienta uma outra passagem da série, sobre o uso da expressão "estancar a sangria", que é posta na boca da personagem inspirada em Lula da Silva – e que é, no fundo, a passagem que tem motivado mais críticas nas redes sociais.
"Na série de TV, o cineasta ainda tem o desplante de usar as célebres palavras do senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre 'estancar a sangria', na época do impeachment fraudulento, num esforço para evitar que as investigações chegassem até aos golpistas. Jucá confessava ali o desejo de 'um grande acordo nacional'. O estarrecedor é que o cineasta atribui tais declarações ao personagem que encarna o Presidente Lula", diz Rousseff.
Já esta quinta-feira, num comício em Curitiba, o ex-presidente Lula da Silva disse que vai "denunciar os responsáveis" por aquilo que diz ser "uma peça que é mais uma mentira". "Nós vamos processar a Netflix, nós não temos que aceitar isso. Eu não vou aceitar", disse Lula da Silva.
Ouvido pelo site Observatório do Cinema sobre estas e outras acusações de que está a contribuir para a criação de ruído no debate sobre a corrupção no Brasil, o realizador José Padilha disse que a polémica é "boboca" (tonta).
"A repetição do uso de uma expressão idiomática comum, como 'estancar a sangria', não guarda qualquer significado", disse Padilha, levando ainda mais longe a tentativa de fintar a acusação de que pôs na boca de Lula da Silva, de forma deliberada, uma expressão usada pelo actual líder do partido de Michel Temer: "O facto de o Jucá ter usado a expressão 'estancar a sangria' não a interdita."
Quanto à acusação de que "faz ficção ao tratar da história do país, mas sem avisar a opinião pública", nas palavras de Dilma Rousseff, Padilha deixa uma resposta seca: "Na abertura de cada capítulo da série avisamos que factos foram alterados para efeitos dramáticos. Para o pessoal que sabe ler, portanto, não há ruído algum!"