sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

UNS LEÕES MUITO AMIGOS

BONNE ANNÉE!



Lokassa Ya M'Bongo

O CONCERTO NA CATEDRAL



Jean-Michel André Jarre (Lyon24 de agosto de 1948) é um instrumentistacompositor e produtor musical francês, filho do aclamado compositor de trilhas sonoras Maurice Jarre.

Jean-Michel é um pioneiro da new agemúsica eletrônica e música ambiente

É conhecido como um organizador de espetáculos ao ar livre de sua música, que combina luzes, displays de laser e fogos de artifício.

Seu primeiro grande sucesso foi o álbum Oxygène, lançado em 1976. Gravado em um estúdio improvisado em sua casa, o álbum vendeu cerca de 12 milhões de cópias em todo mundo. 

Oxygène foi seguido de Equinoxe, lançado em 1978, e em 1979, Jarre se apresentou para um público recorde de mais de um milhão de pessoas, na Praça da Concórdia, em ParisFrança, um recorde que ele mesmo quebrou três vezes.

Mais álbuns seguiram-se, e seu show de 1979 serviu como modelo para suas actuações futuras em todo o mundo.

Até o ano de 2004, Jarre tinha vendido aproximadamente 80 milhões de álbuns. 

Ele foi o primeiro músico ocidental a ser autorizado a realizar um show na República Popular da China, e detém o recorde mundial para a maior público num evento ao ar livre.

O CAPITÃO FOI A PRAIA


Admita-se que há três grandes problemas sobre a mesa: a ruína fiscal, o desemprego e a vacina. Bolsonaro não tem nada de muito relevante a dizer sobre nenhum desses temas. 

Em vez de governar os problemas, é governado por eles. Gasta o tempo livre de que dispõe distribuindo culpas e governando as redes sociais. Despeja nelas polêmicas e aglomerações. 

Na visão de Bolsonaro, o desemprego é culpa de governadores e prefeitos, a "turma do fique em casa". 
A ruína fiscal é culpa do vírus, que forçou o governo a exercitar sua generosidade, distribuindo auxílio emergencial aos pobres e socorro financeiro a empresas, estados e municípios. 
A falta de vacinas é culpa dos fabricantes, que desdenham de um mercado vasto como brasileiro. 

Se houvesse presidente em Brasília, ele estaria empenhado em recolocar nos trilhos a pauta de reformas econômicas. Isso sinalizaria apreço pela responsabilidade fiscal, que atrairia investimentos, que criariam empregos. Combinando-se tudo isso com a vacinação, o Brasil se encaminharia para algo mais parecido com a normalidade. 

Neste final de ano, com suas obsessões bem encaminhadas, Bolsonaro foi à praia. Hospedou-se à custa do erário no Forte dos Andradas, uma confortável hospedaria militar, assentada no Guarujá (SP). Dispõe de praia privativa, com 400 metros de extensão. 

Mas o capitão e o coronavírus não gostam de privacidade. precisa ver e, sobretudo, ser visto. O vírus depende das aglomerações para infectar. Estabeleceu-se uma parceria. 

O capitão trocou seus 400 metros de intimidade por uma aparição na Praia Grande. O corona, presença invisível, serviu-se das cenas produzidas por seu aliado infeccioso.