sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

GRAFISMOS DA SENZALA

BRADESCO EXTORSÃO

Resultado de imagem para LOGOTIPO BRADESCO

REAJUSTE ANUAL – BRADESCO SAÚDE - Contrato nº (...)

Prezado Cliente,


Conforme previsto contratualmente na Cláusula de Reajuste do Termo de Inclusão assinado entre vossa empresa e esta Administradora de Benefícios, o valor do seu plano de Assistência à Saúde da BRADESCO SAÚDE sofre aplicação de reajuste anual. Este reajuste anual considera a Variação dos Custos Médicos Hospitalares (VCMH) e dos insumos utilizados na prestação dos serviços, além da sinistralidade apurada na análise conjunta de todos os beneficiários que compõem os Contratos Coletivo de Saúde Empresarial nº 5216521752325233, 5240, 5241, 73902 73903, estipulado pela ADM Administradora de Benefícios EIRELI junto à BRADESCO SAÚDE.

O valor do percentual original que seria aplicado pela BRADESCO SAÚDE para manutenção do equilíbrio econômico do contrato (reajuste por sinistralidade) seria de 62,79% (sessenta e dois virgula setenta e nove), todavia, diante do esforço e das negociações da ADM Administradora de Benefícios EIRELI junto à BRADESCO SAÚDE, chegou-se ao menor percentual possível para cobrir a variação do índice de sinistralidade apurado no Contrato acima referido, qual seja, 45% (quarenta e cinco por cento).

Assim, o seu plano será reajustado no percentual total de 45% (quarenta e cinco por cento), a partir de março de 2020, permanecendo esta mesma data para o próximo reajuste, qual seja, março de 2021.

Importante esclarecer que do percentual total do reajuste aplicado, 10,12% (dez virgula doze) se refere ao reajuste de VCMH (Variação dos Custos Médicos Hospitalares) e 31,68% (trinta e um virgula sessenta e oito por cento) se refere ao reajuste por sinistralidade, o que totaliza o percentual de 45% (quarenta e cinco por cento) acima informado.

Aproveitamos o ensejo para informar também que o percentual da VCMH (Variação dos Custos Médicos Hospitalares) é o reajuste financeiro aplicado pela Operadora para todos os seus contratos, independentemente dos contratantes.

Reiteramos que a aplicação do índice informado é vital para o equilíbrio do contrato e continuidade do atendimento nos padrões de excelência atuais pela BRADESCO SAÚDE.

Atenciosamente,

ADM Administradora de Benefícios EIRELI.

SALVADOR DAS INACEITÁVEIS PERDAS

O "BALBININHO"
A imagem pode conter: céu e ar livre

Há perdas simbólicas e territoriais no tecido urbano de Salvador cuja lacuna - como a da demolição do Ginásio Antônio Balbino, o Balbininho - apesar do disparate, não é difícil mensurar.
Seja no que tange, tanto ao equipamento desportivo e sua acessível localização no espaço central da cidade, quanto à figura do homenageado, que perdeu a homenagem e a visibilidade, num lance bem mais de questionável política que de urbanidade ou política desportiva.
A mobilidade viária já não é o bonde, como durante o governo dele, nos anos 50, mas os automóveis. Já os desportos, oh não, foram relegados a segundo plano.
Afinal, Antônio Balbino foi o atingido de imediato pela demolição insana promovida pelo colega Jaques Wagner, cerca de 55 anos depois, para estacionamento, não mais da Fonte Nova ou do Estádio Octávio Mangabeira, mas da "Arena Itaipava" e sem contrapartida. Junto, erradicou-se a piscina olímpica, afogando o desporto baiano durante uma década que ainda se estende.
Antônio Balbino de Carvalho Filho (Barreiras, 22 de abril de 1912 — Rio de Janeiro, 5 de maio de 1992) é um dos mais notáveis políticos do Brasil, além de professor e jornalista, foi governador da Bahia, ministro, senador, deputado. Era tido como um "gênio". Acabou, nesse caso, menosprezado. Observe-se que o complexo homenageava dois ex-governadores.
Como diria Octávio Mangabeira:
"Pense num absurdo... Na Bahia tem precedente".

CORONAVIRUS SOCIAL

IMENSO GAUDÍ


Las obras más impresionantes de Gaudí, el hombre que dominó la arquitectura orgánica





El genio catalán dejó una marca indeleble en Barcelona y estas son las obras básicas que necesitas para conocer más de su legado.


las obras que tienes que conocer de antoni gaudi el genio de la arquitectura organica

Barcelona lleva el legado de Gaudí en su arquitectura y recibe millones de turistas anualmente en busca de las obras maestras del arquitecto modernista que combinó los detalles naturalistas con una influencia oriental y gótica y supo crear un lenguaje arquitectónico propio, mismo que aún hoy impresiona al mundo. Descubre las obras más impresionantes de Antoni Gaudí y cuáles son los elementos que aportó su genio creativo en cada una de ellas.

Casa Vicens


Casa Vicens Antoni Gaudí

Gaudí destacó en cada una de las artes decorativas que practicó, lo que le permitió concebir cada una de sus creaciones como un conjunto artístico total.
FOTO: Getty Images

Iniciada en 1883, se trata de una de las primeras obras comisionadas de Gaudí. El comerciante Manuel Vicens recurrió al arquitecto catalán para diseñar una casa de verano con jardín en Gracia, el que entonces aún era un barrio fuera de la mancha urbana de Barcelona.

Con un estilo árabe con fuertes influencias del mudéjar, Gaudí diseñó una casa con cuatro plantas y un subterráneo, cuya característica más evidente es la colorida mampostería con azulejo utilizada en las paredes, entonces convertidas en un elemento decorativo más.

La Casa Vicens significó un parteaguas en el estilo de Gaudí: si bien su lenguaje arquitectónico aún no poseía la maduración de sus obras finales, esta construcción marcó la fusión entre arquitectura, artes plásticas y decorativas que mantuvo el resto de su obra en lo sucesivo.

MÁS:

O CARNAVAL PRECISA MUDAR

Bahia Economica


O CARNAVAL FOI UM SUCESSO, MAS PRECISA MUDAR


COLUNA POLÍTICA: O CARNAVAL FOI UM SUCESSO, MAS PRECISA MUDAR

O carnaval de Salvador foi um sucesso e é inegável sua importância para a economia da cidade. Milhares de turistas vieram a Bahia, o mercado de trabalho formal e informal viabilizou emprego e renda para milhares de baianos, os hotéis ficaram lotados e a movimentação financeira foi estimada em cerca de R$ 1,8 bilhão. Já se disse nesse portal que  o carnaval é o clímax do verão baiano e o verão é a principal atividade econômica de Salvador no primeiro trimestre do ano e isso é a plena verdade. Veja aqui.
Reconhece-se também que uma festa deste tamanho é um desafio para o poder público e sua ação merece aplauso. Mas, apesar do sucesso, o carnaval de Salvador precisa mudar. O circuito Barra/Ondina está superlotado e é uma temeridade permitir que quase dois milhões de pessoas ocupem um espaço tão restrito. O trabalho da Polícia Militar foi excelente, mas não há polícia que possa controlar, sem atritos ou acidentes, milhões de pessoas bebendo e dançando num espaço extremamente reduzido.
O circuito Barra/Ondina está superlotado porque o Carnaval da Avenida está desaparecendo e também porque a construção de mega camarotes avança sobre a rua e empareda o folião. A mega camarotização do carnaval também precisa revista, cerca de duas dezenas de camarotes estão dominando a festa, comercializando através da venda de ingressos ou da publicidade o espaço público e pagando muito pouco por isso, enquanto o governo do Estado e a Prefeitura  bancam o cachê dos artistas.
Foram gastos cerca R$ 20 milhões para colocar os artistas nas ruas, mas se isso está trazendo alegria para o povo, está carreando também superlucros para os camarotes. E são os camarotes que estimulam a superlotação do circuito Barra/Ondina, pois ao reunir a  população mais rica da cidade e sua força econômica e política torna-se um imenso chamariz para os blocos e para os artistas e assim atrai a população.
O fato é que o circuito Barra/Ondina tornou-se inviável e sua manutenção nos atuais padrões será a crônica de uma tragédia anunciada.

MORO PRECISA DE AUTO-CRÍTICA

Moro vai atrás de punk e porteiro, mas não de miliciano

O presidente da República, Jair Bolsonaro, acompanhado dos ministros Paulo Guedes e Sergio Moro  - GABRIELA BILÓ/ESTADÃO CONTEÚDO

Não deixa de causar espanto a seletividade do Ministério da Justiça sob o comando do ex-juiz federal Sergio Moro. 

A pasta pediu abertura de inquérito para investigar roqueiros paraenses que organizam um festival de punk e hardcore chamado "Facada Fest". O evento usou cartazes de divulgação que o governo federal considerou ofensivos à honra do presidente da República. 

O mesmo ministério, contudo, deixou de incluir Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime e ligado a Flávio Bolsonaro, na lista dos mais procurados, quando divulgou essa relação em janeiro. 
O líder miliciano, ligado ao antigo gabinete do filho 01, foi morto no último dia 9

Os organizadores do festival divulgaram nota afirmando que foram intimados a depor na Polícia Federal e que veem o caso como uma tentativa de censura. 

Nas redes sociais, o ministro disse que a iniciativa não foi dele, mas que "poderia ter sido". Para ele, "publicar cartazes ou anúncios com o presidente da República ou qualquer cidadão empalado ou esfaqueado não pode ser considerado liberdade de expressão". 

O material traz, por exemplo, a caricatura de Bolsonaro, vomitando fezes sobre a Amazônia trajando um cuecão com a bandeira dos Estados Unidos, e outro, um palhaço Bozo com a faixa presidencial empalado em um lápis - que os organizadores afirmam ser uma crítica aos cortes na Educação. 

A facada que o então candidato à Presidência da República levou é, sob todos os aspectos, abominável. 

Mas daí transformar a questão em assunto de Estado, tratando-a como ameaça real e usando a Polícia Federal (ou seja, dinheiro do contribuinte) para investigar cartazes de mau gosto feitos por bandas de rock é preocupante para uma pasta que deveria estar atolada de trabalho. 

Mas parece que o ministro tem tempo de sobra, como pode ser visto pela desnecessária voltinha que deu em um tanque de guerra em visita ao perímetro externo da Penitenciária Federal da Papuda, em Brasília, nesta quarta (26).

No dia 30 de outubro do ano passado, o ministro da Justiça pediu à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República que investigassem o porteiro do condomínio onde mora Jair Bolsonaro após o depoimento que ele deu à Polícia Civil no curso da apuração das execuções da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. 

No Parlamento e entre juristas, Moro foi criticado por usar o seu cargo para intimidar uma testemunha de um caso. 

No dia 19 de fevereiro, o ex-presidente Lula depôs à Polícia Federal, após pedido de Sergio Moro, por ter dito, em um pronunciamento após sair da cadeia, que o Brasil tem um miliciano no governo. 

Queria que fosse investigada o cometimento de crime contra a honra de Bolsonaro. Os advogados do petista dizem que o inquérito foi instaurado citando o artigo 26 da Lei de Segurança Nacional, restolho ditatorial. O ministério, depois, se corrigiu e disse que a citação a essa lei foi um equívoco. 
É natural que determinados empregados, com medo de perder os benefícios simbólicos do cargo que ocupam, tenham medo de bater de frente com o chefe. Moro já demonstrou mais de uma vez que faz de tudo para não desagradar Bolsonaro. 

No programa Roda Viva, do dia 20 de janeiro, diante de perguntas contundentes dos jornalistas da bancada, afirmou sem rodeios: "Não contrario publicamente o presidente". 

Mesmo se comportando como bom soldado, seu seu chefe achou que ele deveria ter sido mais incisivo em sua defesa, ao invés de sair pela tangente. 

O atentado a bomba contra a sede da produtora do Porta dos Fundos, em 24 de dezembro, recebeu de Moro um silêncio ensurdecedor. 

Em um contexto de intolerância deflagrada, a falta de manifestação da autoridade responsável por questões de direitos fundamentais após um ataque terrorista soa como anuência. Pior, como endosso. 

Esse silêncio se espalha como um vírus, infeccionando a democracia e oferecendo a fundamentalistas religiosos, fanáticos políticos, racistas, fascistas, incels, milicianos ou imbecis mal-intencionados a certeza da impunidade para que imponham mais medo. 

O ministro Sergio Moro fez sua carreira tentando construir a imagem de lutador contra o crime organizado. 

Ironicamente, tem feito muito pouco para combater o crime organizado de madeireiros, garimpeiros, grileiros e pecuaristas que formam quadrilhas e montam milícias para invadir e manter terras indígenas, levando embora suas riquezas. 
A Funai, vale lembrar, segue sob sua responsabilidade. Após o assassinato de mais duas lideranças indígenas da etnia Guajajara, o ministro autorizou o envio da Força Nacional para o Maranhão, em 9 de dezembro. 

E afirmou que a Polícia Federal conduziria as investigações. 

Melhor seria se tivesse caminhado alguns metros até o vizinho Palácio do Planalto e sugerisse a seu chefe que parasse de incentivar a invasão de territórios pertencentes a comunidades tradicionais através de seus discursos sobre a exploração econômica desses locais.

Moro sobre tanque do Exército em Brasília - Reprodução do Twitter
Moro sobre tanque do Exército em Brasília Imagem: Reprodução do Twitter 

E o Adriano da Nóbrega? 

Na mesma linha, Moro usa a Polícia Federal na investigação de qualquer um que "ataque a honra do seu chefe", porém não se dignou a colocar o miliciano Adriano da Nóbrega, acusado de comandar o Escritório do Crime, um grupo de extermínio, na lista dos bandidos mais procurados do Brasil, divulgada no dia 31 de janeiro, por seu ministério. 

Adriano, que estava foragido há mais de um ano, acusado de assassinatos e de jogo ilegal, foi morto, no dia 9 de fevereiro, em uma operação com policiais da Bahia e do Rio.

No gabinete do então deputado estadual e, hoje, senador Flávio Bolsonaro, trabalhavam a mãe e a esposa de Adriano. 

O miliciano foi homenageado mais e uma vez pelo filho do presidente da República na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O próprio Jair Bolsonaro o chamou de "um brilhante oficial", em discurso no Congresso Nacional quando deputado federal, após o miliciano ter sido condenado a quase duas décadas de prisão pela morte de um guardador de carros que teria denunciado extorsões de policiais a moradores de uma comunidade. 

Desde que morreu, o presidente tem passado pano para a biografia de Adriano. A justificativa para ficar fora da lista não se sustentava tecnicamente , uma vez que outros dois milicianos do Rio menos perigosos que eles estavam na relação. Mas justificava-se politicamente, dado a proximidade do criminoso com o clã presidencial, conectados via Fabrício Queiroz. 

Sem contar que uma pasta com tantas atribuições parece ter tempo livre para ir atrás de punks e porteiro, mas parece não exortar o presidente da República a garantir que denunciados por corrupção sejam demitidos do governo. Como é o caso de Marcelo Álvaro Antônio, do Turismo, acusado de ser o responsável por um laranjal, nas eleições de 2018, em Minas Gerais. 

Não só segue forte, como será o superior hierárquico da nova secretária nacional de Cultura, Regina Duarte. 

Por fim, Moro precisa tomar cuidado para não confundir defesa da honra com culto à personalidade de um líder máximo, porque é isso o que governos autoritários fazem. E, no caminho, fazer uma autocrítica..