quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

SENADORES GASTAM...

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FINALMENTE!

Bahia Notícias

Velejadores brasileiros presos em Cabo Verde são liberados após 18 meses


Velejadores brasileiros presos em Cabo Verde são liberados após 18 meses

Os velejadores Daniel Guerra, Rodrigo Dantas e Daniel Dantas, presos há 18 meses em Cabo Verde, acabam de ser comunicados de que poderão aguardar os próximos trâmites do processo em que são julgados em liberdade. 

Os brasileiros alegam inocência frente à existência de droga no barco que transportavam na modalidade de serviço delivery, droga essa que estava localizada em local de impossível acesso por parte dos velejadores contratados. 

Eles foram presos em 2017 e condenados a 10 anos, em um processo no qual a justiça cabo-verdiana desconsiderou testemunhas brasileiras e um inquérito feito pela Polícia Federal brasileira que apontava que os velejadores desconheciam o transporte da droga. A sentença foi anulada em janeiro de 2019 e o processo voltou para a 1ª Instância da justiça do país. 

Na segunda-feira (4) os velejadores receberam um documento que os informava que o processo tinha caído de instância, sendo recebido pelo juiz Antero Tavares, o mesmo que os condenou a dez anos de prisão.

Com isso, nesta quinta-feira (7) o juiz Antero Tavares emitiu uma documentação determinando a soltura deles de acordo com o Código de Processo Penal do país, conforme os apontamentos feitos pelos advogados das partes. Os familiares já comemoram a soltura dos brasileiros e os receberam na porta da penitenciária de São Vicente.

A soltura dos velejadores não significa que foram inocentados, mas sim que poderão aguardar os trâmites legais em liberdade. Ainda não se sabe quais serão os próximos passos da Justiça de Cabo Verde, onde o processo segue em 1ª Instância, sem indicativo de data de novo julgamento.

LEMBRANDO O MÁGICO DE OZ



The Wizard of Oz é um filme americano de 1939, produzido pela Metro-Goldwyn-Mayer. É baseado no livro infantil homônimo de L. Frank Baum, no qual a garota Dorothy é capturada por um tornado no Kansas e levada a uma terra fantástica de bruxas, de leões covardes, de espantalhos falantes e de muito mais. Estrelado por Judy GarlandFrank MorganRay BolgerJack HaleyBert LahrBillie Burke e Margaret Hamilton.
Mesmo não sendo o primeiro filme produzido em TechnicolorO Mágico de Oz faz um uso notável da técnica; as sequências no Kansas têm um preto e branco com tons em marrom, enquanto as cenas em Oz recebem as cores do Technicolor.
Também é considerado "culturalmente, historicamente, visualmente e esteticamente significante" pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e foi selecionado para ser preservado no National Film Registry em 1989
Over the Rainbow foi apontada pelo American Film Institute como melhor canção de filme da historia no Lista das melhores canções de filmes estadunidenses.

LADEIRA DA CONCEIÇÃO

NOTA PÚBLICA SOBRE A DECLARAÇÃO DO PREFEITO ACERCA DA REVITALIZAÇÃO DOS ARCOS DA LADEIRA DA CONCEIÇÃO
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Nós, os Artífices da Ladeira da Conceição da Praia, fomos surpreendidos na tarde de ontem, dia 04 de fevereiro de 2019, com as notícias que anunciavam a “revitalização dos arcos da ladeira da Conceição”. Em discurso na câmara dos vereadores, o Prefeito ACM Neto prometeu executar com recursos próprios o projeto de reforma elaborados pelo IPHAN. Mais uma vez, as informações sobre o destino dos nossos espaços de trabalho e das nossas vidas chegam-nos através da imprensa, sem diálogo ou consulta. Não sabemos qual revitalização será empregada aos arcos pela Prefeitura, quando somos nós que há décadas conservamos e damos vida a essas construções.
A ladeira da Conceição possui uma longa história de ocupação por trabalhadores negros de ofícios tradicionais, que transmitem seus conhecimentos no ensino prático de mestres e aprendizes. Os Artífices do Centro Antigo de Salvador são herdeiros das formas de fazer e das práticas dos trabalhadores de ancestralidade africana na Bahia, mas seguem lutando pelo direito a permanência nos seus territórios de identidade e pelo reconhecimento do seu trabalho.
Nesse sentido, nós, que trabalhamos nos arcos da Conceição, há algum tempo resistimos às tentativas de expulsão que chegam a nós como processos de revitalização. Em 14 de julho de 2014, a SUCOM (Superintendência de Controle e Ordenamento do Solo do Município) notificou a todos para que desocupassem a área em 72 horas. Os gestores do município, quando questionados à época, não souberam informar de onde teria saído a ordem de desocupação. O IPHAN apontou a responsabilidade da prefeitura pela ação abusiva e ilegal, mesmo sendo a reforma uma proposição sua.
Nesse contexto, foram realizadas muitas reuniões com o sr. Guilherme Bellintani, secretário da SEDES (secretaria extinta), no que vale destacar a sua promessa de assegurar a permanência dos trabalhadores em seus territórios. Após reiteradas tentativas frustradas de diálogo com o IPHAN, fizemos acordos com a importante mediação da Defensoria Pública do Estado quanto a ajustes no projeto e na reforma sem prejuízo a continuidade do trabalho. A readequação orçamentária foi enviada para Brasília, mas em razão do contexto político não houve retorno e desde então o projeto ficou engavetado.
Vale ressaltar que mesmo com todas as negociações e acordos, em 2015, sob a justificativa das chuvas e de ameaça de desabamento, pessoas foram expulsas e imóveis foram demolidos na ladeira da Conceição. Por toda essa difícil trajetória enfrentada por nós artífices, a declaração do Prefeito de retomada do projeto de reforma, sem qualquer comunicado ou negociação prévia com as pessoas que serão diretamente afetadas, reacende a preocupação com novos abusos.
Não queremos mais ser os últimos a saber, afinal, diz respeito às nossas vidas e às tradições dos nossos ofícios no centro de Salvador. Em respeito a gerações de artífices que fazem seu trabalho nesses arcos, exigimos que seja assegurada a nossa participação no planejamento e na execução do projeto de reforma com a retomada dos acordos selados.
05 de fevereiro de 2019.

Artífices da Ladeira da Conceição da Praia

NOSSO PRESIDENTE EM DAVOS

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Não me surpreendi nem um pouco com o fiasco do atual Presidente do Brasil em Davos. Que discurso poderia ele fazer numa tribuna onde não tem cabimento proferir injúrias e desfiar grosserias? O Fórum Econômico Mundial não é bem um encontro onde se aceite com tranquilidade, como em nosso Congresso, declarações racistas, tiradas de machismo vulgar, ameaças de extermínio dos adversários. Apologia da tortura, ou das milícias, elogio de carrascos ou de governos ditatoriais não caem bem diante desse auditório. Não é lugar onde se considere de bom tom a declaração de que os Direitos Humanos são "o esterco da vagabundagem". Na tribuna de Davos pode-se até ser malicioso, mas com jeito; a etiqueta não permite que o orador exiba truculência. O infeliz presidente deparou-se, portanto, com uma situação em que todo seu repertório estava proscrito e onde lhe requeriam um discurso articulado com algum conteúdo, fundado em conhecimentos que lhe faltam de todo. Espera-se de quem fala nessa circunstância uma reflexão sobre a economia mundial, uma ponderação sobre a problemática das relações internacionais ou, no mínimo, uma exposição de estadista sobre as diretrizes do projeto de desenvolvimento do seu país - pressupondo-se que o orador tenha em mente um tal projeto, ou ideias e propostas inovadoras. Não era o caso, evidentemente. Explica-se bem o embaraço do capitão levado a representar um papel muitos furos acima de sua capacidade. Que fazer? Só lhe restou a saída pífia que causou espanto da imprensa internacional: encurtar o discurso ao máximo, dizer meia dúzia de banalidades em aflitos sete ou oito minutos, costurando a fala trôpega com ajuda das "colas" fornecidas por sua patética equipe. Depois das respostas evasivas, tolas e confusas com que brindou Klaus Schwab, a prudência e o pânico fizeram o atabalhoado mandatário evitar a entrevista coletiva em que teria dificuldade para responder a perguntas sobre política, economia, finanças, direito, comércio internacional e coisas que tais. Além disso ele correria o risco de ser indagado sobre a conduta de seu filho Flávio e de seu amigo Queiroz, cujos malabarismos financeiros tanto têm intrigado os investigadores do Coaf e do Ministério Público do Rio de Janeiro. Restou-lhe queixar-se da imprensa que não ousou enfrentar. Por certo, entre seus seguidores fiéis não faltará quem pense que o New York Times, o Le Monde, o Washington Post, o El Pais, o The Guardian e o America's Quarterly são publicações da esquerda, contaminadas pelo marxismo cultural. Haverá quem interprete a decepção do Prêmio Nobel de Economia Robert Shiller com o discurso vazio do capitão como birra de comunista. Mas para além desse estreito círculo a opinião pública mundial não se mostrou piedosa com o inarticulado presidente. O vexame foi grande: suscitou perplexidade, consternação e galhofa. Teve peso nessa reação a surpresa negativa. A diplomacia brasileira sempre foi respeitada, de Ruy Barbosa a Celso Amorim. O governante que agora temos e seu bisonho chanceler parecem empenhados em reduzir a cinzas o prestígio do país e a boa fama do Itamaraty. Sua falta de tato diplomático é gritante. Falas irrefletidas de Jair Bolsonaro ainda como candidato e já enquanto presidente provocaram reações negativas da China, suscitaram retaliações (que estão apenas começando) dos países árabes, escandalizaram a União Europeia e podem traduzir-se em sérios prejuízos para nossa economia. Não dá para rir dessas patacoadas. Mas torno ao opaco discurso que "o Mito" pronunciou em Davos. Seu ghost writer mostrou a inspiração de um colegial aparvalhado diante de uma prova para a qual não se preparou. Entre as banalidades que alinhavou, incluiu uma grossa mentira, na esperança de que o público reunido em Davos não tivesse a mínima ideia dos problemas sócio-ecológicos de Pindorama. Embalado nesta fútil esperança, o presidente vociferou que o Brasil é, em todo o mundo, o país que mais e melhor preserva o meio ambiente. Por certo se lembram disso os jornalistas que recentemente noticiaram por toda a terra, com profunda tristeza e consternação, o crime da reincidente Vale e a pavorosa calamidade que ocasionou. Devem estar edificados.

CINCO IMBECIS VIOLENTOS

Bahia Notícias

Presidente e integrantes da Bamor são presos após agredirem torcedor do Vitória


Presidente e integrantes da Bamor são presos após agredirem torcedor do Vitória

O presidente da torcida organizada Bamor, Luciano Venâncio, e mais quatro integrantes da entidade, identificados como Sérgio Soares Brandão, Tiago Tiburcio dos Santos, Matheus Pires Castro e George da Silva Mata 35,  foram presos na noite da última quarta-feira (6), em São Sebastião do Passé, acusados de agredirem Abimael Ammon Nascimento, de 21 anos. De acordo com informações da Polícia Militar, os membros da organizada seguiam para acompanhar a partida do Bahia contra o Atlético-BA, em Alagoinhas. Ao avistarem a vítima, que estava caminhando pela BR 110, e vestia uma camisa do Vitória, o grupo desceu de um veículo Hyundai IX-35, de placa NYH 7040, e agrediram o rapaz com murros e pontapés e em seguida deixaram o local. 

Após sofrer a agressão, a vítima registrou um boletim de ocorrência na delegacia de São Sebastião de Passé. Os membros da Bamor foram localizados pelo Pelotão de Emprego Tático Operacional da da 95ª Companhia Independente da Polícia Militar e foram conduzidos para a unidade policial do munícipio. 

“Recebemos informações pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) sobre uma ocorrência de espancamento de um jovem praticado por cinco torcedores que estavam no veículo Hyundai IX 35, prata, placa policial NYH 7040, uniformizados com as vestimentas da torcida organizada do Bahia”, disse o tenente Hélio Nery da 95ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Catu) que comandou a ocorrência.

Com os integrantes da Bamor, foram localizadas duas facas tipo peixeira. A vítima foi encaminhada para o Hospital Municipal de São Sebastião do Passé e sofreu escoriações nas pernas, braços, nádegas e cabeça.  “Abimael contou na delegacia, após identificar os autores, que eles tentaram o atropelar e, em seguida, passaram a agredi-lo exigindo que entregasse a camisa do Vitória, também de torcida organizada (Os Imbatíveis), que ele vestia no momento da ação”, relatou o tenente.

Os integrantes da Bamor foram autuados por lesão corporal, formação de quadrilha e seguem à disposição da Justiça.