sábado, 29 de fevereiro de 2020

O LUXO DISCRETO DE JAQUES WAGNER

Senadores disfarçam mordomia do carro oficial retirando a placa preta

Senadores tiram a placa preta para disfarçar carros oficiais

Senadores disfarçam mordomia do carro oficial retirando a placa preta

Os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Álvaro Dias (Pode-PR) e até o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), encaminharam solicitação à área administrativa para esconder as “características identificáveis” nos carrões oficiais, como placa pretas. A assessoria de Dias confirmou o pedido e justifica que o senador do Paraná precisa “transitar com naturalidade”, sem chamar atenção para a placa preta. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Alvaro Dias alega que não deseja se valer “dos privilégios da placa de autoridade”. Para ele, privilégio não é o carro, é a placa. Ah, bom.
A assessoria admitiu que Jaques Wagner fez “consulta” sobre esconder a placa preta, depois disse que o senador usa o próprio carro.
A presidência do Senado não explicou por que até Davi Alcolumbre, que dispõe de uma frota, quer fingir que os carrões não são oficiais.
O carro oficial é apenas um dos muitos privilégios dos senadores, que no total custam mais de R$210 mil por mês aos cidadãos.

CORRUPTA E LETAL

Resultado de imagem para FOTOS FILME SEM DESCANSO

Polícia Militar se tornou a força mais corrupta e mais letal do Brasil


Os políticos e a própria população incumbem-se de incentivar uma série de desmandos

É possível aplaudir nestes momentos, ainda que com cautela, o desempenho das polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, as quais, após um ano – um ano! –, prenderam os acusados de matar a vereadora Marielle Franco e seu motorista? Fantástica demora, sem fechar o caso.
Presos dois policiais militares aposentados, mas é preciso encontrar o mandante ou os mandantes do crime. São, porém, os PM os que mais se prestam a tais serviços sujos. Como se dá agora. São eles os que mais matam, trata-se da força mais corrupta e mais letal do País.
O sangue derramado no Rio pela perseguição policial infelizmente jorra forte em todos os estados. Em 2018, mais de 5 mil pessoas foram mortas por policiais. À terra carioca a indiscutível primazia: acima de 1,2 mil.


Um relatório produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública confirma inexoravelmente tanto a violência policial no Rio de Janeiro quanto a corrupção. Será porque o agente carioca ganha menos que seu par de outros estados? Oficialmente, é possível. Não é, porém, apenas por esta razão. Foi ao longo da história que os cidadãos e os policiais aliaram-se à polícia. Daí nasceu a cumplicidade. Agora todos pagam o preço.
Uma cena corriqueira vê fardados a filar boia nos restaurantes, mesmo os mais estrelados. Comem, pedem um palito ao garçom e saem agradecidos. O único constrangimento é do freguês.
“Brasil e Estados Unidos, juntos, assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo” (Bolsonaro propôs, Trump topou. Dormirão em paz)
Exemplo, só aparentemente miúdo. Esses péssimos hábitos ocorrem também por conta do comandante do quartel. Libera os comandados, se não todos alguns deles, devidamente autorizados, a botar gasolina de graça nos carros oficiais no posto da esquina.

Está claro que o problema maior foi gerado pela chegada das drogas. O dinheiro rolou e se fixou. Os governantes apelaram para o Exército. Houve resistência, temiam a contaminação dos soldados pelo exército de traficantes.
Nada mais exemplar do que a recente incursão oficial no Rio. Nos meses que passaram na cidade, praticamente, tudo ficou na mesma, quando não piorou. Visitaram as favelas do Alemão, da Penha e da Maré. Na verdade, foram cinco dias de operação sem sucesso, até que as “férias” chegaram ao fim.
Nestas ocasiões, cresce sorrateiramente a aproximação entre soldados e traficantes, enquanto a guerra produz as suas vítimas.

MATEMÁTICAS NA ALHAMBRA

Un paseo matemático por la Alhambra: cuando el arte se basa en los números

Un paseo matemático por la Alhambra: cuando el arte se basa en los números


A ojos de alguien no-experto en matemáticas, el arco que encabeza estas líneas puede transmitir una gran armonía, pero resultaría difícil explicar el por qué. La causa de esa armonía está en las matemáticas empleadas para su diseño, para una composición extraordinariamente calculada.
Este arco en concreto es el arco del mihrab islámico cordobés del granadino palacio de la Madraza, un lugar que indica hacia qué dirección se debe rezar según la religión musulmana. Si nos fijamos, los arcos interior y exterior no son concéntricos, es decir, no comparten el mismo eje. El arco interior está elevado R/2 por encima del eje de impostas, y el arco exterior elevado un R/5.
Imagen 5 10 Esquema Del Arco Islamico Cordobes
Las líneas que determinan las dovelas que hay entre los arcos se cortan todas en el mismo punto, que resulta ser el punto medio de la línea de impostas. Este tipo de arcos se suele usar en lugares especialmente importantes.

VISTO NO CARNAVAL DE MARAGOGIPE


A FONTE DO GABRIEL

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Tainá Araujo

Já que a história das lavadeiras está em alta com a vitória da Viradouro com o tema sobre as Ganhadeiras de Itapoã é um bom momento para lembrar o que aconteceu com a Fonte do Gabriel, localizada na Rua Augusto França, no bairro do Dois de Julho, Centro Histórico de Salvador. Foi uma das primeiras fontes de água da cidade e é assim chamada pq, no século 16, pertenceu ao português Gabriel Soares, agricultor, estudioso e um dos primeiros historiadores do Brasil. A fonte tem a inscrição nº 29 no Livro de Tombo de bens Imóveis do IPAC, desde 1984.

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 Hoje está ilegalmente privatizada, murada, transformada em quintal e piscina de uma residência particular há anos, porém, segundo o Decreto-Lei n° 25/1937 art. 18 "sem prévia autorização do SPHAN [atual IPHAN], não se poderá, na vizinhança da coisa tombada, fazer construção que lhe impeça ou reduza a visibilidade, nem nela colocar anúncios e cartazes, sob pena de ser mandada destruir a obra ou retirar o objeto, impondo-se neste caso multa de cinquenta por cento do mesmo objeto". 

Nenhuma descrição de foto disponível.

Bom não esquecer que, além da Fonte do Gabriel, praticamente todas as fontes de Salvador estão abandonadas.
Fontes do texto:
Tourinho, Aucimaia de Oliveira - Estudo Histórico e Sócio-ambiental das principais fontes públicas de Salvador - Dissertação de mestrado - Escola Politécnica - UFBA (2008)
Imagens:
Voltaire Fraga, 1940 (Arquivo Público Municipal)

PLANO DE SAÚDE BRADESCO

BANDIDOS E MOCINHOS

'O problema do Rio não são os bandidos, são os mocinhos', diz ex-chefe da Polícia Civil

Quase vinte anos após fala incisiva no documentário 'Notícias de Uma Guerra Particular', Hélio Luz diz que intervenção federal deve atacar corrupção policial e reduzir ações ostensivas em favelas, que estigmatizam moradores.